Asteróide, meteoróide, meteoro, meteorito! Como? Diga lá outra vez!

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral
Meteoróides são fragmentos de material que vagueiam pelo espaço, derivam de asteróides ou de cometas. São bastante menores do que um asteróide e bastante maiores que uma molécula.Ao entrar na atmosfera de um planeta, o meteoróide ou asteróide origina um fenómeno luminoso que se designa de meteoro ou chuva de meteoros, as famosas estrelas cadentes.Chuva de meteoros, Fonte: NASA, Domínio PúblicoMeteorito é o nome que se dá aos fragmentos que atingem a superfície da Terra.Meteorito de ferro, Fotografia de Geoffrey Notkin, Licença Creative Commons 2.5 GenéricaLegendas adicionadas a vídeo disponibilizado no canal DiscoveryNewsVideo do YouTube:Mensagens relacionadas deste blogue:COSMOS de Carl Sagan (legendado em português do Brasil);Como é que se detectam planetas fora do sistema solar?;Como é que é possível ver um buraco negro?;O que é o desvio para o vermelho?;Ponto azul pálido;O mistério da matéria escura;Hubblecast: videocast do telescópio espacial Hubble.Por que é que Plutão já não é um planeta?

Queda através do centro da Terra

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Ciência Geral
Neste vídeo da PBS Nova (Science Programming on Air and Online), Neil deGrasse Tyson (actualmente o mais conhecido astrofísico americano) conta-nos o que sucederia se caíssemos num buraco que atravessasse a Terra de um lado ao outro.Dr. Neil deGrasse Tyson, 2005, Domínio PúblicoAjuda-nos a esclarecer um mistério que nos persegue desde a infância: o que é que sucede quando se cai através do centro da Terra? Por que é que se cai? Se desprezássemos toda a complexidade da realidade e nos debrussássemos apenas no problema virtual associado à força gravítica que nos atrai para o centro, conluíriamos que demoraríamos cerca de 20 minutos a cair para o centro e outro tanto para subir até ao outro lado da Terra. Será que seria capaz de resolver este problema elementar? Na verdade se caísses num buraco na Figueira da Foz até ao outro lado da Terra, voltarias ao ponto de partida passados cerca de 85 minutos. Um valor muito estranho: igual ao de um satélite que orbitasse a Terra a uma altura desprezável face ao raio da Terra.Legendas inseridas sobre vídeo ...

O mistério das marés

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral
As marés são um fenómeno cuja explicação é mais difícil do que pareceria à partida.Propomos um vídeo em que se propõe uma pista para desvendar tão famoso mistério. Pode encontrar aqui uma explicação detalhada das ideias sugeridas neste vídeo.A Terra também orbita a Lua, imagem criada por Zhatt, Domínio PúblicoTelmo Lopes, aluno da Escola Secundária c/ 3º CEB Dr. Joaquim de Carvalho, legendou vídeo do canal ignitelearning do YouTube, recorrendo ao serviço overstream:Ignite! Learning, Inc., fundada em 1999, cria e publica diversos mídia de apoio ao ensino. Pretendem contribuir para um ensino mais divertido e motivador.Para divulgação do seu trabalho disponibilizam uma pequena selecção de alguns vídeos educacionais de forma a apoiar não só o ensino dos professores, como também a aprendizagem dos alunos.Para além de disporem de um canal no TeacherTube, os seus vídeos partilhados podem também ser vistos no YouTube no canal ignitelearning.Mensagens relacionadas deste blogue:Qual é a galáxia mais próxima da Via Láctea?;Existem outros sistemas solares como o nosso?;Por que será que ...

COSMOS de Carl Sagan (legendado em português do Brasil)

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo A, 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Astronomia, Carl Sagan, Ciência Geral, cidadania, cosmos
Cosmos: Uma Viagem Pessoal, é uma série televisiva em 13 episódios escrita por Carl Sagan, Ann Druyan e Steven Soter, apresentada pelo próprio Sagan. Foi realizada entre 1978 e 1979 e difundida em 1980 nos E.U.A..Carl Sagan com um modelo da Viking, imagem criada pela NASA, Domínio PúblicoEsta série, premiada com os troféus Peabody e Emmy foi vista em mais de 60 países por mais de 600 milhões de pessoas e é ainda, de acordo com o Science Channel, a série da PBS mais vista em todo o mundo.Organizou-se na seguinte playlist a série televisiva Cosmos (cerca de 13 horas de vídeo legendados em português do Brasil) dividida em 79 vídeos disponíveis no canal ztaarb do YouTube:Para facilitar a pesquisa discrimina-se, a seguir, os vídeos desta playlist correspondentes a cada um dos 13 episódios desta série (cada episódio foi segmentado em 6 vídeos, excepto o episódio nº 10 que está dividido em 7 vídeos):Episódio 1 - Os Limites do Oceano Cósmico - Uma visão geral sobre o universo (vídeos ...

Explicar o que é a matéria escura em 60 segundos!

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo B, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral
O que é a matéria escura? É a coisa invisível que segura a coisa visível.George Musser, editor da Scientific American, explica-nos, em 60 segundos, o que é que os astrofísicos entendem por matéria escura: um tipo de matéria que é inferida pelo efeito gravitacional que exerce sobre a matéria visível, mas que não emite nem reflecte suficiente radiação electromagnética para ser observada "directamente" e cuja natureza se desconhece. Supõe-se que a massa do universo associada à matéria escura é bem maior do que a massa da matéria "normal".Curva de rotação de uma galáxia típica: A - previsto; B - observado e passível de se explicar com a hipótese da matéria escuraSupõe-se que para além da matéria escura (cerca de 23% da massa do universo) exista ainda uma energia escura (responsável pela aceleração da expansão do universo) que contribui em cerca de 3/4 da massa total do universo.Distribuição da matéria escura, da energia escura e da matéria "normal"Imagem criada pela NASA, Domínio PúblicoLegendas adicionadas por João Oliveira, aluno da Escola com 3ºCEB Dr. ...

Qual é a galáxia mais próxima da Via Láctea?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral, Spitzer
Este é um vídeo incluído na famosa série Ask an Astronomer ("Pergunta a um Astrónomo") que, por sua vez, faz parte da colecção de vídeos (para feed deste videocast clique aqui) do serviço educativo do Telescópio Espacial Spitzer da NASA (os mesmo vídeos podem ser encontrados no canal SpitzerJim do YouTube).Quando colocamos uma questão não devemos ficar satisfeitos com a primeira resposta aparentemente correcta. Devemos procurar não só esclarecer o que é queríamos dizer com a pergunta, como também compreender o modo como cada uma das respostas possíveis nos ajuda a compreender o universo.Será a galáxia Andrómeda? Ou antes alguma das galáxias satélites da Via Láctea: A Grande Nuvem de Magalhães ou A Pequena Nuvem de Magalhães? Ou será alguma das galáxias anãs (a do Sagitário ou a do Cão Maior) que estão, neste momento, a colidir com a nossa?Com este vídeo podemos descobrir, quase paradoxalmente, que estamos mais perto do centro uma galáxia anã no Cão Maior do que do centro da nossa própria galáxia (ver aqui transcrição, em inglês, da narração do vídeo). Galáxia do Cão Maior ...

Existem outros sistemas solares como o nosso?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral, Spitzer
Este é um vídeo incluído na famosa série Ask an Astronomer ("Pergunta a um Astrónomo") que, por sua vez, faz parte da colecção de vídeos (para feed deste videocast clique aqui) do serviço educativo do Telescópio Espacial Spitzer da NASA (os mesmo vídeos podem ser encontrados no canal SpitzerJim do YouTube).Comparação dos sistemas solar e 55 CancriImagem criada pela NASA, Domínio PúblicoOs sistemas planetários em torno de outras estrelas são muito diversos. A astronomia está ainda a dar os primeiros passos neste domínio. No vídeo proposto, Davy Kirkpatrick dá-nos alguns exemplos tais como o da estrela 55 Cancri (uma estrela binária a 41 anos-luz da Terra), o da estrela Upsilon Andromedae (também um sistema estelar binário) ou ainda do sistema estelar binário HD 80606 / HD 80607 (na primeira destas duas estrelas foi descoberto um planeta - HD 80606 b - com uma órbita muito excêntrica).Legendas adicionadas a vídeo do canal SpitzerJim do YouTube pelo aluno Jorge Roque da Esc. Sec. c/ 3º CEB Dr. Joaquim de Carvalho:Mensagens relacionadas ...

Uma brincadeira sobre campos gravíticos

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - sistema solar, 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral, Robert Krampf
Existe uma distância muito grande entre a abstracção inerente à explicação do professor sobre mundos imaginados e a imanência do mundo das sensações.Neste caso, Robert Krampf, propõe uma demonstração que pode, quando utilizada cuidadosamente, contribuir para diminuir essa distância: qual deveria ser o peso de um copo com 100 moedas nos diferentes planetas do sistema solar, ou até mesmo no próprio Sol?Sol, planetas e planetas-anãoImagem criada pela NASA, Domínio PúblicoLegendas adicionadas a vídeo do canal RobertKrampf no YouTube, recorrendo ao serviço overstream:O professor Robert Krampf disponibiliza pequenos vídeos divertidos em diversos sítios de partilha de vídeos: YouTube, metacafe, Revver, Dailymotion, blip.tv e Brightcove.tv.Mensagens relacionadas deste blogue:Como é que se detectam planetas fora do sistema solar?;Por que será que a Lua não cai?;Queda livre: um martelo e uma pena na Lua;Robert Krampf.

Uma SuperTerra aqui tão perto

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo A, 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral
Reconstrução da legendagem de um vídeo divulgado numa entrada anterior deste blogue (1 de Novembro de 2007).A descoberta do primeiro exoplaneta (Abril de 2007) numa zona habitável do seu sistema estelar foi um feito incrível. Com um raio apenas 50% maior do que o da Terra e com uma massa aproximadamente igual a 5 massas terrestres é o menor planeta, fora do sistema solar, descoberto até à data, e encontra-se relativamente perto da Terra (a cerca de 20,4 anos-luz).Este planeta, Gliese 581 c (apelidado pelos astrónomos de SuperTerra), descreve uma órbita completa em torno da sua estrela, Gliese 581 (entrada 581 do Catálogo de Wilhelm Gliese das estrelas próximas), uma anã vermelha, em apenas 13 dias. Este pequeno valor do período de translação está de acordo com o facto do planeta estar 14 vezes mais perto desta sua Estrela comparativamente à distância Terra - Sol. Copyright (c) ESOEsta descoberta fantástica só foi possível devido ao sistema HARPS do telescópio de 3,6 m em La Silla da ESO (European Organisation for Astronomical Research in the Southern ...

Sistemas geocêntrico e heliocêntrico

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo A, 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Ciência Geral, método científico
A observação, a partir da Terra, dos movimentos do Sol, das estrelas e dos planetas, sugere de modo muito claro que todo o universo se move em redor da Terra. Foi este o sistema, dito geocêntrico, que vigorou durante dezenas de séculos até ao século XVI (ver aqui animação flash sobre o sistema ptolomaico). Ptolomeu aperfeiçoou este sistema de modo a conseguir descrever e prever com precisão extraordinária os movimentos dos corpos celestes observáveis na época. Nicolau Copérnico apercebeu-se de que a descrição seria muito mais simples caso o Sol fosse colocado no centro do universo: modelo heliocêntrico (ver aqui applet que compara os modelos geocêntrico e heliocêntrico). Mas essa ideia era inaceitável, e, de algum modo ridícula, já que implicava que a Terra se movesse a mais de 100 000 km/h e não existiam quaisquer provas desse facto tão inconcebível.Mas o conhecimento do mundo só se torna científico na medida em que recorre à fundamentação experimental ou observacional das suas conjecturas. Foi assim que Galileu Galilei procedeu ao utilizar o telescópio como instrumento regulador de diferentes hipóteses. Ao seguir uma sugestão falsificadora de Benedetto Castelli descobriu as fases ...

Por que é que existem marés?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Ciência Geral
Qual será a origem das marés? Faz parte da cultura geral a noção de que este fenómeno está relacionado com a influência gravítica da Lua sobre a Terra (e, também, em menor grau do Sol).Mas existe uma diferença profunda entre o conhecimento declarativo e o substantivo. Para se entender este fenómeno é necessário compreender não só que a força gravítica é inversamente proporcional ao quadrado da distância entre os centros dos corpos que se atraem, como também que a Terra e a Lua orbitam em torno do respectivo centro de massa (aconselha-se a leitura do artigo Mitos sobre a gravidade e as marés publicado na Physics Teacher, 37, Outubro de 1999, pp. 438 - 441).Baía de Fundy, maré cheia e maré vazia,Licença GNU de Documentação LivreLegendas adicionadas a vídeo do canal BritannicaOnline do YouTube por Daniela Cardoso (aluna da Esc. Sec. c/ 3º CEB Dr. Joaquim de Carvalho):Este vídeo faz parte da estratégia de marketing da Encyclopædia Britannica, Inc., sediada em Chicago, Illinois: uma fonte de informação online sobre ...

Como é que é possível ver um buraco negro?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, 12 - relatividade geral, Astronomia, Ciência Geral
Neste vídeo é transmitida uma perspectiva elementar do que é um buraco negro (um corpo tão denso que nem a própria luz consegue escapar do seu interior) e como é que é possível detectá-los no universo (através dos efeitos gerados na matéria que se encontra na sua vizinhança).Visão artística de um buraco negro em crescimento no centro de uma galáxia distante, Imagem criada pela NASA/JPL Caltech, Domínio PúblicoLegendas adicionadas a vídeo do canal SpitzerJim do YouTube, recorrendo ao serviço overstream:No canal do YouTube referido pode visualizar outros vídeos educativos no domínio da astronomia (os mesmos vídeos podem ser encontrados no sítio da Equipa Cool Cosmos - um grupo que faz parte do programa educativo do Spitzer -).Mensagens relacionadas deste blogue: O mistério da matéria escura;Hubblecast: vídeocast do telescópio espacial Hubble;O Segredo Embaraçoso de Newton;O universo elegante;Spitzer.

Novo episódio do Hubblecast: um “megafóssil cósmico”

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo B, 12 - gravitação, Ciência Geral, Hubble
A entrada Hubblecast: vídeocast do telescópio espacial Hubble foi actualizada com mais um vídeo:Episódio 13: Fóssil Cósmico (no YouTube ou no arquivo do sítio web do Hubble) (adicionado ao YouTube a 7 de Fevereiro de 2008).O telescópio espacial Hubble obteve uma nova imagem da galáxia elíptica gigante NGC 1132 que parece mostrar tratar-se de um "fóssil cósmico": os "restos" de um grupo de galáxias que se "fundiram" (esta galáxia encontra-se rodeada de um halo de matéria escura comparável ao encontrado normalmente num grupo de dezenas ou centenas de galáxias).NGC 1132 no visível e raios X,criado por NASA, ESA, M. West (ESO, Chile), and CXC/Penn State University/G. Garmire, et al., Domínio Público

Como é que se detectam planetas fora do sistema solar?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral, Spitzer
Este é um vídeo incluído na famosa série Ask an Astronomer ("Pergunta a um Astrónomo") que, por sua vez, faz parte da colecção de vídeos (para feed deste videocast clique aqui) do serviço educativo do Telescópio Espacial Spitzer da NASA (os mesmo vídeos podem ser encontrados no canal SpitzerJim do YouTube).Este vídeo mostra-nos que um processo de determinar planetas fora do sistema solar utiliza o efeito de Doppler (método da velocidade radial). A estrela e o planeta que a orbita movem-se ambos em relação ao centro de massa do sistema "planeta + estrela". Este movimento da estrela pode ser detectado pelas variações dos comprimentos de onda das linhas espectrais da radiação emitida pela estrela. Existem outros métodos para detectar planetas extrasolares. Se estiver interessado pode consultar a lista de planetas extra-solares conhecidos aqui, podendo também seleccionar os planetas de acordo com o método de descoberta utilizado. Um exoplaneta ao orbitar uma estrela produz variações na sua posição e velocidade, Licença GNU de documentação livreGonçalo Pardal, aluno da Escola Secundária c/ 3º CEB Dr. Joaquim de Carvalho, legendou ...

Por que será que a Lua não cai?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral, Spitzer
Este é um vídeo incluído na famosa série Ask an Astronomer ("Pergunta a um Astrónomo") que, por sua vez, faz parte da colecção de vídeos (para feed deste videocast clique aqui) do serviço educativo do Telescópio Espacial Spitzer da NASA (os mesmo vídeos podem ser encontrados no canal SpitzerJim do YouTube).E se, de repente, conseguíssemos perceber que afinal a Lua está constantemente a cair em direcção à Terra? Neste caso, Doris Daou é a nossa anfitriã que nos explica que afinal a Lua não é uma maçã, como Newton pensava, mas antes uma bola de ténis. Um canhão pensado por Isaac Newton, Licença GNU de Documentação LivreLegendas adicionadas a vídeo do canal SpitzerJim do YouTube pelo aluno Tiago Correia da Esc. Sec. c/ 3º CEB Dr. Joaquim de Carvalho:Mensagens relacionadas deste blogue:O que é o desvio para o vermelho?;Por que é que Plutão já não é um planeta?Queda livre: um martelo e uma pena na Lua.

Por que é que Plutão já não é um planeta?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - sistema solar, 10 - arquitectura do universo B, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral, método científico
O livro da natureza começou a ser lido há pouquíssimo tempo. Se comparássemos o intervalo de tempo dedicado ao esforço de compreensão científica do universo com a idade do próprio universo, poderíamos, atrevidamente, concluir que ainda estamos a tentar decifrar as primeiras palavras.Os conceitos que utilizamos para estruturar o conhecimento do mundo evoluem à medida que o mundo é descoberto. Foi isso que também sucedeu com a noção de planeta. Começa-se a perceber o que é um planeta quando também se entende o que não é um planeta.Neste vídeo é contada a história da "despromoção" de Plutão descoberto em 1930 por Clyde W. Tombaugh.© Mathias Pedersen, 2007Na primeira parte do vídeo é explicada a despromoção de Ceres: em 1801, o astrónomo Giuseppe Piazzi pensou ter descoberto um novo "planeta": Ceres; no ano seguinte (1802), Heinrich Olbers, descobriu um corpo ainda mais pequeno: Palas; e dois anos depois (1804) Karl Harding descobre Juno; ao longo do século XIX, esta lista não parou de aumentar; mas o sistema solar não ganhou milhares de novos planetas; foi, antes, criada uma nova classe ...

Queda livre: um martelo e uma pena na Lua

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - sistema solar, 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Ciência Geral
Reconstrução da legendagem de um vídeo divulgado numa entrada anterior deste blogue (13 de Maio de 2007). A famosa experiência do martelo e da pena realizada pelo astronauta David Scott na Lua (missão Apollo XV - ver multimedia -) em 1971. Um exemplo de uma "experiência" de enorme significado simbólico: conclui-se que, tal como Galileu supunha, todos os corpos, no mesmo local, caem com a mesma aceleração independentemente da sua massa.Galileu Galilei, retrato por Leoni (Domínio Público)Neste contexto penso que vale a pena consultar a programação do Canal Educação da TV NASA.Legendas adicionadas a vídeo disponibilizado pelo utilizador saintamh do YouTube: Outros clones no YouTube: um, dois, ...Legendas adicionadas a clone no Googlevideo:Mensagens relacionadas deste blogue:O que é a imponderabilidade?O segredo embaraçoso de Newton;Ladeiras misteriosas?;O mistério da matéria escura.

O Segredo Embaraçoso de Newton

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, 12 - relatividade geral, Ciência Geral, universo elegante, universo elegante 1+2
Reconstrução das anotações de um vídeo divulgado numa entrada anterior deste blogue (3 de Abril de 2007). Vídeo em que Brian Greene, Steven Weinberg e ... mostram como a teoria de gravitação de Newton não se concilia com a finitude da velocidade da luz. Este conflito gerou uma nova visão da gravidade: a teoria geral da relatividade.Curvatura do espaço-tempo, Licença GNU de Documentação Livre Primeira parte do 2º episódio da série "O Universo Elegante". Este vídeo faz parte da série O Universo Elegante (3 horas) escrita, produzida e realizada por Joseph McMaster (Nova - Science Programming on Air and Online): oito episódios em que cada um deles está subdividido em três partes (24 vídeos).Série baseada no livro "O Universo Elegante" de Brian Greene (Aventis Science Prize 2000 para o melhor livro de ciência em língua inglesa): supercordas, dimensões ocultas e a busca da teoria final. Anotações adicionadas a vídeo disponível no canal sintoniasaintgermain do YouTube, recorrendo ao webware overstream:Mensagens relacionadas deste blogue:O que é a imponderabilidade?;Experiência de Hafele-Keating (dilatação temporal);O universo elegante (playlist);O Modelo Padrão....

O mistério da matéria escura

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo B, 12 - gravitação, Ciência Geral, universo elegante
A matéria escura foi "criada" pelos astrofísicos para poderem explicar os movimentos observados das galáxias e aglomerados de galáxias. O primeiro a obter dados que mostravam a existência de uma massa em falta, que viria a ser chamada de matéria escura, foi o astrofísico suiço Fritz Zwicky em 1933.Isto quer dizer que os movimento reais dos "grandes objectos" do universo não são consistentes com as interacções gravitacionais a que estes objectos deveriam estar sujeitos com base na matéria observável que os rodeia (estrelas e gás). A matéria escura corresponde, portanto, a uma massa em falta inferida através das observações de, por exemplo, a rotação das galáxias e as anisotropias da radiação cósmica de fundo.Recentemente, os resultados das observações do Aglomerado de Galáxias da Bala ("Bullet") reforçaram fortemente a hipótese da matéria escura (resultados anunciados em Agosto de 2006).Neste caso legendou-se um vídeo disponível no canal NOVAonline do YouTube em que o atrónomo Doug Clowe explica como é que o Grupo de Galáxias da Bala é uma forte evidência para a existência da matéria escura. Este vídeocast foi produzido por Melissa Salpietra and Susan K. Lewis sendo narrado pela primeira. O ...

O que é a imponderabilidade?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, 12 - relatividade geral, Ciência Geral
Reconstrução da legendagem de um vídeo divulgado numa entrada anterior deste blogue (16 de Maio de 2007).O vídeo promocional da empresa de turismo espacial ZERO-G (Zero Gravity Corporation: http://gozerog.com/index.htm) pode ser utilizado para explicar o conceito de imponderabilidade: um corpo num referencial em queda livre num campo gravítico comporta-se como se estivesse numa zona sem gravidade.A sensação fisiológica de peso está relacionada com as forças que um corpo exerce sobre o suporte em que está assente. Se imaginarmos uma pessoa, em cima de uma balança, no interior de um elevador em queda livre podemos concluir que a pessoa não deverá exercer qualquer força sobre a balança.Para percebermos melhor o que isto significa imagine que salta de uma certa altura com um objecto na mão. Enquanto está a cair que força será necessário exercer sobre o objecto, para o segurar, que está a cair consigo? Para ver um vídeo ilustrativo desta situação clique aqui. Este vídeo faz parte de um conjunto de vídeos de pequenas demonstrações experimentais na área da física da Wake Forest University. Para poder ver os vídeos desta série clique aqui.Anotações colocadas sobre um ...

Ladeiras misteriosas?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 10 - energia translação, 12 - gravitação, Ciência Geral, cidadania, método científico
Quem já não ouviu falar de estradas em que os carros em ponto morto sobem onde deveriam descer?Reconstrução das anotações de um vídeo, recorrendo ao serviço overstream, referido numa outra entrada deste blogue publicada a 10 de Junho."Toda a nossa ciência, contraposta à realidade, é primitiva e infantil. No entanto, é a coisa mais preciosa que temos." Albert EinsteinExistem diversos locais na Terra, onde os carros (ou outros objectos) se movem espontaneamente por uma ladeira acima em vez de a descer.Muitos vêem neste tipo de fenómenos uma demonstração clara de que a abordagem científica da natureza deve ser abandonada e substituída por uma visão mística e obscurantista."Se ensinarmos apenas as descobertas e os produtos da ciência (...) sem comunicar o seu método crítico, como poderá o indivíduo médio distinguir a ciência da pseudociência?" Carl Sagan, Um Mundo Infestado de Demónios, Gradiva (1997), p. 37Fonte: NASADomínio PúblicoNeste vídeo, James Williams investiga um deste tipo de locais nos E.U.A.: Burkittsville, Maryland.Anotações colocadas sobre vídeo disponibilizado no canal Discovery ...
Design by j david macor.com.Original WP Theme & Icons by N.Design Studio
Entries RSS Comments RSS Login