Pequenas demonstrações de Física do MIT TechTV

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 11 - comunicar longas, 12 - campo magnético, 12 - circuitos eléctricos, 12 - mecânica, Ciência, Ciência Geral, MIT, electromagnetismo
O MIT TechTV é um espaço aberto de partilha de vídeos da comunidade do MIT. Só os membros desta comunidade podem realizar o upload de vídeos, mas qualquer pessoa pode ver esses vídeos. Para além da natureza comunitária deste espaço tem também uma componente importante de divulgação de ciência, de engenharia e da actividade do próprio MIT.Existe também uma extensão do MIT TechTV no YouTube: ver aqui.Para quem se interessa pela criação e publicação online de vídeos é bastante útil a leitura do seguinte texto: "Boas Práticas para o Uso Online de Vídeo" (relatório completo); que é referenciado neste espaço comunitário de vídeo do MIT.Os seguintes vídeos são pequenas demonstrações experimentais no domínio da física que se podem ver na extensão do MIT TechTV no YouTube:Explosão de um fio com uma descarga;Princípio de um galvanómetro;Um fio que salta;Força magnética numa corrente;Íman levitante;Condutividade de um electrólito;Vidro condutor;Polarização de microondas;Oscilador mecânico forçado;Interferência de microondas;Circuito ressonante RLC;Escada de Jacob e prego em fusão;Pêndulo e íman;Motor magnético;Supercondutor;Lei de Lenz;Um ...

Estaremos sózinhos?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 11 - comunicar longas, Astronomia, Ciência Geral, cidadania
Neste vídeo da PBS Nova (Science Programming on Air and Online), Neil deGrasse Tyson (actualmente o mais conhecido astrofísico americano) ajuda-nos a perceber como o homem está ainda a dar os primeiros passos na procura de vida inteligente extraterrestre: o projecto SETI.Nesta busca os investigadores distinguem civilizações avançadas de não avançadas. Uma civilização avançada é aquela com a capacidade de enviar sinais electromagnéticos através do espaço (comunicação interestelar). Com base nesta definição, a civilização humana só se tornou avançada no século passado, quando se iniciou todo o processo de rádio e teledifusão via satélite.Visão artística do sistema ATA-350 por Isaac Gary,Licença GNU de Documentação LivreA Rede de Telescópios Allen (Allen Telescope Array ou ATA) resulta do esforço conjunto do Instituto SETI e do Laboratório de Radioastronomia da Universidade da Califórnia, Berkeley para construir um radiointerferómetro que se dedique tanto a observações astronómicas como à procura de Inteligência Extraterrestre (SETI). Este sistema está a ser construído no Observatório Astronómico de Hat Creek e quando estiver acabado incluirá 350 antenas. A primeira fase com 42 antenas (ATA-42) já está completa e começou a funcionar a 11 ...

Por que é que não faz o seu arco-íris quando lhe apetece?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 08 - luz, 10 - espectros e radiações, 11 - comunicar longas, Ciência Geral, Robert Krampf, óptica
Quais são as condições para poder observar um arco-íris? Será que esta questão pode ter algum interesse. Depende do que se pretende. Se quiser fotografar um bom arco-íris talvez possa ser útil conhecer alguma da ciência que permite interpretar a sua formação.Para perguntas difíceis, Robert Krampf surpreende-nos com respostas divertidas e simples. Uma imagem pode ajudar-nos a perceber sobretudo quando contextualizada por um excelente comunicador. A reflexão total e a refracção da luz nas gotas de água origina um arco-íris, Licença GNU de Documentação LivreA luz sofre uma refracção inicial quando penetra na superfície da gota de chuva. Dentro da gota a luz é reflectida (reflexão interna total), e finalmente volta a sofrer refracção ao sair da gota. Diferentes cores (comprimentos de onda) são desviados de diferentes ângulos o que vai originar a dispersão da luz branca nas cores do arco-íris. Para perceber melhor este fenómeno pode utilizar esta applet de Pascal Renault (ver aqui lista de applets deste autor).Legendas adicionadas a vídeo do canal RobertKrampf no YouTube, recorrendo ao serviço overstream:O professor ...

Medir a velocidade da luz com um Microondas!

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 11 - comunicar longas, Ciência Geral, ondas
Qual será a manobra de presdigitação que os "físicos" fazem para poder medir a velocidade da luz com um Microondas.Acontece que o estudo da natureza nos permite estabelecer relações entre grandezas físicas que, à priori, não pareciam estar relacionadas. Estas relações só se podem inscrever no mundo da ciência a partir do momento em que se estabelece um diálogo íntimo com a experiência.Já sabemos que é possível medir a altura de um prédio com um barómetro. Neste caso mostram-nos como fazer para poder medir a velocidade da luz com um microondas (ver aqui explicação).O modo fundamental de vibração de uma corda permite-nos relacionar, de forma simples, o comprimento de onda com o comprimento da corda: a distância entre os dois nodos (extremidades da corda) é metade do comprimento de onda. A partir do conhecimento do comprimento de onda e da frequência é possível calcular a velocidade de propagação de uma onda.Onda estacionária, 4º harmónico, Domínio PúblicoLegendas adicionadas a vídeo do canal Teachers TV no YouTube, recorrendo ao serviço overstream:Este é um vídeo do ...

Construir uns óculos com uma folha

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 08 - luz, 11 - comunicar longas, Ciência Geral, Robert Krampf, óptica
Um modo interessante de corrigir a visão desfocada de um objecto (adequado sobretudo para pessoas com miopia ou hipermetropia): olhar para esse objecto através de um pequeníssimo orifício. Fonte: Wikimedia Commons; Licença GNU de Documentação LivreAlgumas das desvantagens: diminuição da luminosidade e do contraste da imagem dado que a quantidade de luz que entra no olho é drasticamente reduzida e redução do campo de visão.Se quiser construir uma máquina fotográfica sem lente veja aqui as instruções (pode também consultar algumas fotografias obtidas com este tipo de dispositivo rudimentar). Licença GNU de Documentação LivreAlgumas ideias e recursos sobre experiências relativas ao tema Luz e Ondas podem ser consultadas aqui (este sítio faz parte do Banco de Recursos dos Professores de Física da Nova Zelândia). Neste contexto poderá ser útil explorar as seguintes aplicações (physlets): applet em que se pode manipular o objecto e o elemento óptico (espelho, lente, dieléctrico, fonte e abertura) e verificar o que sucede à imagem e applet sobre o olho enquanto dispositivo óptico (fazem ambas parte do projecto Physlets ...

Por que é que um objecto molhado parece mais escuro?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 08 - luz, 10 - do Sol para a Terra, 11 - comunicar longas, Ciência Geral, Robert Krampf, óptica
O que pode suceder à luz quando interage com a matéria? Pode, provavelmente, ser ou absorvida, ou reflectida, ou até transmitida. Robert Krampf explica-nos no seu estilo divertido habitual por que é um corpo molhado parece mais escuro: a quantidade de luz reflectida diminiu por existir maior quantidade de luz transmitida (refractada).A areia, quando molhada, fica mais escuraLegendas adicionadas a vídeo do canal RobertKrampf no YouTube, recorrendo ao serviço overstream:O professor Robert Krampf disponibiliza pequenos vídeos divertidos em diversos sítios de partilha de vídeos: YouTube, metacafe, Revver, Dailymotion, blip.tv e Brightcove.tv.Mensagens relacionadas deste blogue:Como é que a luz entra nos olhos?;Criar um buraco num pequeno cartão e atravessar para o outro lado;A resposta correcta;Um estranho dissipador de calor: um simples balão;Círculos com o pé: horário ou anti-horário?;Um balão confundido;Uma moeda obediente.

Infravermelho: mais do que os olhos podem ver!

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 08 - luz, 10 - espectros e radiações, 11 - comunicar longas, Astronomia, Ciência Geral, Spitzer
O que é que afinal podemos ver? O que é que queremos ver? Os nossos olhos são detectores adaptados para uma estreita faixa do espectro electromagnético a que chamanos pleonasticamente (ou não?) de luz visível.Mas que surpresas estariam reservadas se observássemos o mundo à nossa volta em outros comprimentos de onda? Poderíamos experimentar o infravermelho. Faz parte da ciência a vontade de ver para além dos olhos. Participa nessa tarefa o telescópio espacial Spitzer da NASA. Este telescópio foi o quarto e último dos Grandes Observatórios Espaciais da NASA/ESA, cada um observando o Universo numa região diferente do espectro electromagnético: luz visível (Hubble), raios gama (Compton), raios-X (Chandra) e infravermelho (Spitzer).Este é um vídeo (ver aqui) realizado antes do lançamento do telescópio Spitzer em Agosto de 2003 em que a Dr.ª Michelle Thaller nos explica o que é a luz infravermelha e como é que esse tipo de luz nos pode abrir novos horizontes na exploração do universo.Uma cobra a comer um rato,imagem criada por Arno / Coen, Licença GNU de documentação livre...

Quais as características de uns bons óculos de Sol?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 08 - luz, 11 - comunicar longas, Ciência Geral, como funciona, óptica
A companhia HowStuffWorks (inglês) (Como é que as coisas funcionam? - português do Brasil -?) foi criada em 1998 pelo professor Marshall Brain. No sítio web desta companhia pode encontrar-se um conjunto diverso de vídeos de ciência (inglês) que nos ajudam a perceber, de um modo simples, muitos aspectos do mundo à nossa volta (vídeos de ciências físicas). Estes vídeos foram realizados por diversas companhias: HowStuffWorks, Discovery Channel, National Science Foundation, Georgia Tech, Reuters, Duke University News and Communications, MIT, PodTech Networks, Intel Corporation, NASA, WGBH Nova, Hitachi, labrats.tv, University of Chicago, ScienCentral, General Electric, MediaLink, MultiVu, University of Bath, etc.Esta companhia tem também um sítio em português do Brasil - HowStuffWorks, É Legal Saber - onde se podem encontrar diversos vídeos em "brasileiro" (alguns deles, a meu ver, com qualidade bem duvidosa).Neste caso pretende-se perceber como é que funcionam uns óculos de Sol. Será que os óculos de Sol são apenas dois pedaços de vidro ou plástico escurecido numa armação? Existem quatro elementos importantes num bom par de óculos ...

Como é que a luz entra nos olhos?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 08 - luz, 11 - comunicar longas, Ciência Geral, óptica
Reconstrução da legendagem de um vídeo divulgado numa entrada anterior deste blogue (18 de Maio de 2007).Explicação divertida que nos mostra como é que os olhos produzem imagens resultantes da luz enviada pelo meio circundante. Este pequeno vídeo faz parte do plano da Ignite! Learning para a transformação da sala de aula: http://www.ignitelearning.com/. Expõem-se alguns dos componentes do olho de um mamífero. Íris de um olho humano Creative Commons Atribuição-Compartilhamento Licença 2.5 GenéricaLegendas adicionadas a vídeo obtido a partir do YouTuber Ignite Learning:Aplicações interessantes: applet em que se pode manipular o objecto e o elemento óptico (espelho, lente, dieléctrico, fonte e abertura) e verificar o que sucede à imagem (faz parte do projecto Physlets do Departamento de Física do Davidson College); applet do projecto Physlets sobre o olho enquanto dispositivo óptico; applet do Departamento de Física da Universidade de Toronto sobre reflexão e refracção; applet do Departamento de Física da Universidade de Toronto sobre a relação entre o objecto e a imagem dada por uma lente convergente; ...

O espectro visível

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 08 - luz, 10 - espectros e radiações, 11 - comunicar longas, Ciência Geral
Reconstrução da legendagem de um vídeo divulgado numa entrada anterior deste blogue (13 de Maio de 2007).Introdução ao espectro visível. Origem do espectro na dispersão da luz num prisma ou numa gota de água. Cores primárias e secundárias.Licença GNU de Documentação LivreA dispersão da luz num prisma, ou numa gota de água, é o resultado da dependência do índice de refracção do vidro no comprimento de onda (ver aqui applet sobre a dispersão da luz num prisma: escolher no menu o botão Optics e dentro deste a opção Refraction through a prism)Legendas adicionadas a vídeo disponibilizado pelo utilizador rmackrell do YouTube:Mensagens relacionadas deste blogue:Ensaio de chama;Como é que a luz entra nos olhos?
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