Novo episódio do Hubblecast: Hubble descobre um Monstro Magnético na Galáxia NGC 1275

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo B, Astronomia, Ciência Geral, Hubble
A entrada Hubblecast: vídeocast do telescópio espacial Hubble foi actualizada com mais um vídeo:Episódio 18: Hubble descobre um Monstro Magnético na Galáxia NGC 1275 (no YouTube ou no arquivo do sítio web do Hubble) (adicionado ao YouTube a 21 de Agosto de 2008).A galáxia NGC 1275, no centro do Enxame de Galáxias Perseu, é uma das galáxias elípticas gigantes mais próxima da Via Láctea.A característica mais extraordinária desta galáxia é a existência de estruturas gasosas filamentosas que se estendem muito para lá das dimensões da própria galáxia (espessura de 20 anos-luz estendendo-se até distâncias da ordem dos 20 000 anos-luz). Estas estruturas permaneceram um enigma para os astrofísicos durante muitos anos.Filamentos em redor da Galáxia NGC 1275Fonte: NASA, ESA; Domínio PúblicoUm novo estudo de Andrew Fabian et al. publicado na Nature (21 Agosto de 2008) propõe um mecanismo para a existência destes gigantescos filamentos. A coesão destas estruturas deve-se à existência de campos magnéticos que originam forças sobre o gás ionizado impedindo a sua desagregação. Os dados recolhidos pelo Hubble permitiram que a ...

À procura da partícula de Higgs: LHC (3 de 3)

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 10 - arquitectura do universo B, CERN, Ciência Geral, física de partículas
Reconstrução da legendagem da terceira parte de um vídeo sobre a aventura da física das partículas divulgado numa entrada anterior deste blogue (17 de Setembro de 2007).Uma das partículas cruciais para a compreensão de alguns enigmas do Modelo Padrão é o bosão de Higgs. Esta partícula pode explicar o modo como as partículas fundamentais adquiriram massa.A energia de colisão do LHC, cerca de 14 TeV (a energia do voo de um mosquito concentrada um trilião de vezes), abre a porta a novas descobertas podendo eventualmente abrir um caminho para uma Teoria de Tudo.Esta é terceira parte de um vídeo da série Horizon da BBC, sobre Ciência, transmitida em Abril de 2007: "The Six Billion Dollar Experiment" (A Experiência de Seis Mil Milhões de Dólares).Legendas adicionadas a clone disponibilizado pelo YouTuber Gravitationalist:Outros vídeos sobre a aventura do CERN podem ser encontrados na página de Recursos para o Ensino do CERN: The Time Machine, LHC work in progress, The ATLAS experiment movie, CMS movie, ...Mensagens relaciondas deste blogue: À procura da partícula de ...

À procura da partícula de Higgs: LHC (2 de 3)

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 10 - arquitectura do universo B, CERN, Ciência Geral, Curiosidades, física de partículas
Reconstrução da legendagem da segunda parte de um vídeo sobre a aventura da física das partículas divulgado numa entrada anterior deste blogue (15 de Setembro de 2007).Nesta parte destaca-se a importância do Modelo Padrão para a compreensão do universo. O trabalho do cientista Leon Lederman é destacado (Prémio Nobel da Física em 1988). Este cientista trabalha no FermiLab, nos arredores de Chicago, onde se encontra o acelerador de maior energia de colisão de todo o mundo até o dia em que o LHC do CERN esteja operacional. Pretende-se descobrir os segredos mais profundos do universo recriando as condições existentes logo após o Big Bang.Leon M. Lederman, Fonte: Departamento de Energia dos EUA, Domínio PúblicoEsta é segunda parte de um vídeo da série Horizon da BBC, sobre o LHC, transmitida em Abril de 2007: "The Six Billion Dollar Experiment" (A Experiência de Seis Mil Milhões de Dólares).Legendas adicionadas a clone disponibilizado pelo YouTuber Gravitationalist:Mensagens relaciondas deste blogue: À procura da partícula de Higgs: LHC (1 de 3);...

À procura da partícula de Higgs: LHC (1 de 3)

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 10 - arquitectura do universo B, CERN, Ciência Geral, Curiosidades, física de partículas
Reconstrução da legendagem da primeira parte de um vídeo sobre a aventura da física das partículas divulgado numa entrada anterior deste blogue (13 de Setembro de 2007).O LHC (Large Hadron Collider): Grande Colisionador Hadrónico que está a ser construído no CERN (Centre Européenne pour la Recherche Nucléaire), o sítio onde nasceu a WEB, há mais de 15 anos.Este é um dos projectos científicos mais caros do mundo e um dos mais complexos jamais construído. Pretende-se descobrir os segredos mais profundos do universo recriando as condições existentes logo após o Big Bang. Uma das partículas cruciais para a compreensão das partículas fundamentais é o bosão de Higgs. Esta partícula pode explicar o modo como as partículas fundamentais adquiriram massa.Esta é primeira parte de um vídeo da série Horizon da BBC, sobre o LHC, transmitida em Abril de 2007: "The Six Billion Dollar Experiment" (A Experiência de Seis Mil Milhões de Dólares).Legendas adicionadas a clone disponibilizado pelo YouTuber Gravitationalist:Mensagens relaciondas deste blogue: Large Hadron Collider;Como se sabe que existem quarks?;O CERN (o local onde nasceu a WEB) em três ...

Pode um planeta ter dois sóis?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo B, 12 - mecânica, Astronomia, Ciência Geral, Spitzer
Este é um vídeo incluído na famosa série Ask an Astronomer ("Pergunta a um Astrónomo") que, por sua vez, faz parte da colecção de vídeos (para feed deste videocast clique aqui) do serviço educativo do Telescópio Espacial Spitzer da NASA (os mesmo vídeos podem ser encontrados no canal SpitzerJim do YouTube).Será possível vermos dois sóis? Pode um planeta existir num sistema estelar binário? Como as estrelas binárias são mais comuns que as estrelas solitárias como o nosso Sol, parece que a existência de vida também deveria ser mais provável neste tipo de sistema.No entanto, a dinâmica newtoniana mostra-nos que a maior parte das órbitas planetárias neste tipo de sistema são instáveis. Mas a vida é sobretudo a dos sobreviventes e é também possível demonstrar a estabilidade de algumas órbitas.Estrela binária, imagem criada por Zhatt, Domínio PúblicoPode encontrar muitas animações sobre o movimento das estrelas num sistema binário. A que se mostra aqui é especialmente interessante: pode ser manipulada a massa das estrelas e os parâmetros do movimento orbital. Quanto às órbitas dos planetas clique aqui.Legendas adicionadas a ...

Explicar o que é a matéria escura em 60 segundos!

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo B, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral
O que é a matéria escura? É a coisa invisível que segura a coisa visível.George Musser, editor da Scientific American, explica-nos, em 60 segundos, o que é que os astrofísicos entendem por matéria escura: um tipo de matéria que é inferida pelo efeito gravitacional que exerce sobre a matéria visível, mas que não emite nem reflecte suficiente radiação electromagnética para ser observada "directamente" e cuja natureza se desconhece. Supõe-se que a massa do universo associada à matéria escura é bem maior do que a massa da matéria "normal".Curva de rotação de uma galáxia típica: A - previsto; B - observado e passível de se explicar com a hipótese da matéria escuraSupõe-se que para além da matéria escura (cerca de 23% da massa do universo) exista ainda uma energia escura (responsável pela aceleração da expansão do universo) que contribui em cerca de 3/4 da massa total do universo.Distribuição da matéria escura, da energia escura e da matéria "normal"Imagem criada pela NASA, Domínio PúblicoLegendas adicionadas por João Oliveira, aluno da Escola com 3ºCEB Dr. ...

À Procura de Gigantes - De Que é Feita a Matéria?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 10 - arquitectura do universo B, 11 - da Terra à Lua, 12 - núcleos, Ciência Geral, física de partículas, física nuclear, À Procura de Gigantes
Esta série, escrita, produzida e realizada por Alom Shaha, foi originalmente transmitida no canal Teachers TV (publicada a 11 de Dezembro de 2007).No sítio labreporter pode encontrar algumas hiperligações para outros vídeos sobre física de partículas disponíveis no YouTube, também escritos, produzidos e realizados por Alom Shaha com o apoio do STFC (Science and Technology Facilities Council).Brian Cox conduz-nos numa viagem fascinante pela descobertas científicas que nos ajudam a responder à seguinte questão: "De que são feitas as coisas?"Brian Cox, fotografia de Vincent Connare, 2005Licença GNU de Documentação LivreEsta viagem pela ciência começa na descoberta do electrão e vai até à construção do LHC no CERN, passando pelo nascimento da física de partículas e pela descoberta dos quarks. Playlist com a série In Search of Genius - The Building Blocks of Matter dividida em 15 partes (cada uma com uma duração entre 2 a 3,5 minutos) - vídeos do canal SciTechUK do YouTube -:Discrimina-se, de seguida, cada um dos vídeos da playlist supracitada:Episódio 1: Os Átomos e a Tabela Periódica ...

Novo episódio do Hubblecast: As Galáxias Enlouqueceram!

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo B, Astronomia, Ciência Geral, Hubble
A entrada Hubblecast: vídeocast do telescópio espacial Hubble foi actualizada com mais um vídeo:Episódio 16: As Galáxias Enlouqueceram! (no YouTube ou no arquivo do sítio web do Hubble) (adicionado ao YouTube a 25 de Abril de 2008).Para celebrar o 18º aniversário do lançamento do telescópio espacial Hubble, a 24 de Abril de 2008 foram divulgadas cinquenta e nove novas imagens de galáxias em colisão (a maior colecção de imagens alguma vez divulgada de uma só vez pelo Hubble). Estas colisões mostram uma grande diversidade de estruturas.Um par de galáxias - NGC 5331 - começam a abraçar-se;Créditos: NASA, ESA, STScI/AURA e A. Evans, Domínio PúblicoA colisão de galáxias, muito mais comum no Universo Primitivo, pode despoletar quer a formação de novas estrelas quer a morte de outras. Mesmo as galáxias aparentemente isoladas apresentam na sua estrutura interna "marcas" da colisão com outras galáxias. A nossa Via Láctea contém restos de galáxias mais pequenas que "engoliu" no passado e está neste momento a "engolir" a galáxia elíptica anã Sagitário. Daqui a cerca de dois mil milhões ...

Pode uma galáxia morrer?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 10 - arquitectura do universo B, Astronomia, Ciência Geral, Spitzer
Este é um vídeo incluído na famosa série Ask an Astronomer ("Pergunta a um Astrónomo") que, por sua vez, faz parte da colecção de vídeos (para feed deste videocast clique aqui) do serviço educativo do Telescópio Espacial Spitzer da NASA (os mesmo vídeos podem ser encontrados no canal SpitzerJim do YouTube).A escala de tempos na natureza é inimaginavelmente prodigiosa. Quanto dura uma vida? Quanto tempo existe num segundo? Quase 500 000 vidas de um muão? Quase nada para um ser humano? E quanto tempo existe num milhar de milhões de anos para uma estrela? Provavelmente menos de um décimo da sua vida.Será que também se pode falar da morte de uma galáxia? Para haver produção de novas gerações de estrelas é necessário que se formem nuvens suficientemente grandes e densas de gás interestelar. Mas este processo não se repete indefinidamente. Supõe-se que a era de formação de novas estrelas acabará, provavelmente, dentro de 100 mil milhões de anos. Quando essas estrelas acabarem por morrer, as "galáxias" serão constituídas, fundamentalmente, por anãs brancas, estrelas de neutrões e buracos negros. Será que ainda as podemos chamar de galáxias?Legendas adicionadas a ...

Novo episódio do Hubblecast: Descoberta de um Buraco Negro em Omega Centauri

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo B, Astronomia, Ciência Geral, Hubble
A entrada Hubblecast: vídeocast do telescópio espacial Hubble foi actualizada com mais um vídeo:Episódio 15: Descoberta de um Buraco Negro em Omega Centauri (no YouTube ou no arquivo do sítio web do Hubble) (adicionado ao YouTube a 2 de Abril de 2008).Há muito tempo que o enxame globular Omega Centauri (o maior e o mais brilhante no céu) é um enigma para os astrónomos. Observações recentes do Telescópio Espacial Hubble e do Observatório Gemini forneceram uma explicação surpreendente das peculiaridades deste suposto enxame globular: um buraco negro, de massa intermédia, escondido no seu centro.É bastante provável que afinal Omega Centauri, a 17 000 anos-luz da Terra, não seja um enxame globular mas antes uma galáxia anã com um buraco negro no seu centro com cerca de 40 000 massas solares.Constelação de Centaurus onde se localiza Omega CentauriImagem criada por A. Fujii, Domínio PúblicoEste é um bom exemplo da evolução da ciência: há cerca de 2000 anos, Ptolomeu classificou-o como uma estrela; Edmond Halley considerou, em 1677, tratar-se de uma nebulosa; por volta ...

Novo episódio do Hubblecast: descoberta primeira molécula orgânica num planeta extrasolar (HD 189733b)

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo B, Astronomia, Ciência Geral, Hubble
A entrada Hubblecast: vídeocast do telescópio espacial Hubble foi actualizada com mais um vídeo:Episódio 14: Primeira molécula orgânica num planeta extrasolar (no YouTube ou no arquivo do sítio web do Hubble) (adicionado ao YouTube a 19 de Março de 2008).Esta é a primeira vez que se detecta uma molécula orgânica na atmosfera de um planeta que orbita outra estrela sem ser o Sol. A molécula cuja assinatura foi detectada foi o metano: uma molécula que pode ter um papel fundamental na química pré-biótica.Esta descoberta resulta das observações feitas em Maio de 2007 pelo Espectrómetro e Câmara de Infravermelho Próximo do Hubble (NICMOS) e demonstra a importância da espectroscopia na exploração do universo.Versão artística do planeta HD 189733bFonte: NASA; Créditos: ESA - C.CarreauEste planeta, HD 189733b, tão próximo da sua estrela que o seu período orbital é cerca de dois dias, contém metano e vapor de água na sua atmosfera e encontra-se a 63 anos-luz da Terra na constelação Vulpecula (a Raposa).

Large Hadron Collider

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 10 - arquitectura do universo B, CERN, Ciência Geral, física de partículas
O Dr. Brian Cox explica-nos um pouco da máquina mais complexa e maior jamais construída: o LHC, Large Hadron Collider (Grande Colisionador de Hadrões) no CERN em Genebra.Quando entrar em funcionamento permitirá que os cientistas recriem as condições existentes nos primeiros instantes do universo: permitirá recuar até tempos da ordem de grandeza do milésimo de milionésimo de segundo após o Big Bang.Poderá permitir que os cientistas testem as suas teorias sobre os blocos fundamentais que constituem a matéria, provando a existência ou inexistência de determinadas partículas como o bosão de Higgs.Simulação de um acontecimento em que se detecta a partícula de Higgs, criado pelo CMS - CERN -, Domínio PúblicoLegendas adicionadas a vídeo do canal Sciencefilms do YouTube por Henrique Costa (aluno da Esc. Sec. c/ 3º CEB Dr. Joaquim de Carvalho):Mensagens relaciondas deste blogue: Como se sabe que existem quarks?;O CERN (o local onde nasceu a WEB) em três minutos;LHC: À Procura da Partícula de Higgs (1 de 3);LHC: À Procura da Partícula de Higgs (2 de 3);...

Novo episódio do Hubblecast: um “megafóssil cósmico”

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo B, 12 - gravitação, Ciência Geral, Hubble
A entrada Hubblecast: vídeocast do telescópio espacial Hubble foi actualizada com mais um vídeo:Episódio 13: Fóssil Cósmico (no YouTube ou no arquivo do sítio web do Hubble) (adicionado ao YouTube a 7 de Fevereiro de 2008).O telescópio espacial Hubble obteve uma nova imagem da galáxia elíptica gigante NGC 1132 que parece mostrar tratar-se de um "fóssil cósmico": os "restos" de um grupo de galáxias que se "fundiram" (esta galáxia encontra-se rodeada de um halo de matéria escura comparável ao encontrado normalmente num grupo de dezenas ou centenas de galáxias).NGC 1132 no visível e raios X,criado por NASA, ESA, M. West (ESO, Chile), and CXC/Penn State University/G. Garmire, et al., Domínio Público

Por que é que Plutão já não é um planeta?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - sistema solar, 10 - arquitectura do universo B, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral, método científico
O livro da natureza começou a ser lido há pouquíssimo tempo. Se comparássemos o intervalo de tempo dedicado ao esforço de compreensão científica do universo com a idade do próprio universo, poderíamos, atrevidamente, concluir que ainda estamos a tentar decifrar as primeiras palavras.Os conceitos que utilizamos para estruturar o conhecimento do mundo evoluem à medida que o mundo é descoberto. Foi isso que também sucedeu com a noção de planeta. Começa-se a perceber o que é um planeta quando também se entende o que não é um planeta.Neste vídeo é contada a história da "despromoção" de Plutão descoberto em 1930 por Clyde W. Tombaugh.© Mathias Pedersen, 2007Na primeira parte do vídeo é explicada a despromoção de Ceres: em 1801, o astrónomo Giuseppe Piazzi pensou ter descoberto um novo "planeta": Ceres; no ano seguinte (1802), Heinrich Olbers, descobriu um corpo ainda mais pequeno: Palas; e dois anos depois (1804) Karl Harding descobre Juno; ao longo do século XIX, esta lista não parou de aumentar; mas o sistema solar não ganhou milhares de novos planetas; foi, antes, criada uma nova classe ...

O mistério da matéria escura

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo B, 12 - gravitação, Ciência Geral, universo elegante
A matéria escura foi "criada" pelos astrofísicos para poderem explicar os movimentos observados das galáxias e aglomerados de galáxias. O primeiro a obter dados que mostravam a existência de uma massa em falta, que viria a ser chamada de matéria escura, foi o astrofísico suiço Fritz Zwicky em 1933.Isto quer dizer que os movimento reais dos "grandes objectos" do universo não são consistentes com as interacções gravitacionais a que estes objectos deveriam estar sujeitos com base na matéria observável que os rodeia (estrelas e gás). A matéria escura corresponde, portanto, a uma massa em falta inferida através das observações de, por exemplo, a rotação das galáxias e as anisotropias da radiação cósmica de fundo.Recentemente, os resultados das observações do Aglomerado de Galáxias da Bala ("Bullet") reforçaram fortemente a hipótese da matéria escura (resultados anunciados em Agosto de 2006).Neste caso legendou-se um vídeo disponível no canal NOVAonline do YouTube em que o atrónomo Doug Clowe explica como é que o Grupo de Galáxias da Bala é uma forte evidência para a existência da matéria escura. Este vídeocast foi produzido por Melissa Salpietra and Susan K. Lewis sendo narrado pela primeira. O ...
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