Por que é que a Lua parece estar sempre a mudar?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - sistema solar, 10 - arquitectura do universo A, Astronomia, Ciência Geral, Spitzer
Este é um vídeo incluído na famosa série Ask an Astronomer ("Pergunta a um Astrónomo" - para feed deste videocast clique aqui) que faz parte da colecção de vídeos do serviço educativo do Telescópio Espacial Spitzer da NASA (os mesmo vídeos podem ser encontrados nos canais SpitzerJim e SpitzerScienceCenter do YouTube).Neste episódio (vencedor de um Silver Telly Award em 2003) Doris Daou explica-nos, de modo muito simples, as fases da Lua: a Lua mostra-nos sempre a mesma face, mas a sua iluminação, vista da Terra, varia consoante a posição relativa dos três astros: Lua, Terra e Sol.Podes ver aqui a fase da Lua em qualquer data (entre 1800 e 2199); aqui podes tentar ordenar as fases da Lua; podes também aprender recorrendo a applets sobre as fases da Lua: Agência Espacial Canadiana; Departamento de Astronomia da Universidade de Wisconsin; Departamento de Astronomia da Universidade de Illinois; etc.Imagem animada das fases da Lua - 12 de Outubro a 11 de Novembro de 2007; Fonte: Wikimedia Commons; Domínio PúblicoLegendas adicionadas a vídeo ...

O que acontecerá à Terra quando o Sol morrer?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - sistema solar, 10 - arquitectura do universo A, Astronomia, Ciência Geral, Spitzer
Este é um vídeo incluído na famosa série Ask an Astronomer ("Pergunta a um Astrónomo") que, por sua vez, faz parte da colecção de vídeos (para feed deste videocast clique aqui) do serviço educativo do Telescópio Espacial Spitzer da NASA (os mesmo vídeos podem ser encontrados no canal SpitzerJim do YouTube).O nosso Sol é um reactor de fusão nuclear esférico e gigantesco como todas as outras no céu nocturno. No Sol, o hidrogénio é continuamente transformado em hélio. Esta história já se repete há cerca de cinco mil milhões de anos.Mas será que o Sol é eterno? Os astrónomos recolheram dados que indicam que o Sol está a meio da sua vida. A partir de um certo momento esgotar-se-á o hidrogénio. Será uma segunda fase na vida do Sol: transformar-se-á numa gigante vermelha. Será ou o fim da Terra, ou, no mínimo, o fim de toda a vida na Terra.Na fase final da sua vida o Sol transformar-se-á numa anã branca.Cometa na proximidade de uma anã branca, Fonte: NASA/JPL CalTech, Domínio PúblicoLegendas adicionadas a ...

“Ver” o “fóssil” do Big Bang: a assinatura de um casamento

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo A, 10 - do Sol para a Terra, Astronomia, Ciência Geral
Uma das provas mais notáveis da teoria do Big Bang para a origem do Universo foi a descoberta da radiação cósmica de fundo de microondas por Robert Wilson e Arno Penzias em 1965. Como o sinal era muito fraco, Penzias e Wilson colocaram várias hipóteses sobre o que é que poderia estar a originar esse ruído de fundo. Um casal de pombos tinha-se alojado na antena. Será que a radiação provinha das "caganitas" de pombo? Verificaram que não! Uma equipa de cientistas de Princeton (Robert Dicke, P. J. E. Peebles, P. G. Roll e D. T. Wilkinson) interpretaram esta radiação como uma assinatura do Big Bang. A Antena que Penzias e Wilson utilizaram quando detectaram a radiação cósmica de fundo, Domínio Público Incialmente o universo não era transparente à radiação. Cerca de 400 000 anos após a Grande "Explosão" Inicial, o Universo arrefeceu o suficiente para que a interacção eléctrica entre protões e electrões permitisse que estes se "casassem" formando átomos de hidrogénio. Este casamento tornou o universo transparente à radiação. A radiação presente era uma indicação da temperatura do Universo nessa época: cerca de 3000 K....

COSMOS de Carl Sagan (legendado em português do Brasil)

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo A, 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Astronomia, Carl Sagan, Ciência Geral, cidadania, cosmos
Cosmos: Uma Viagem Pessoal, é uma série televisiva em 13 episódios escrita por Carl Sagan, Ann Druyan e Steven Soter, apresentada pelo próprio Sagan. Foi realizada entre 1978 e 1979 e difundida em 1980 nos E.U.A..Carl Sagan com um modelo da Viking, imagem criada pela NASA, Domínio PúblicoEsta série, premiada com os troféus Peabody e Emmy foi vista em mais de 60 países por mais de 600 milhões de pessoas e é ainda, de acordo com o Science Channel, a série da PBS mais vista em todo o mundo.Organizou-se na seguinte playlist a série televisiva Cosmos (cerca de 13 horas de vídeo legendados em português do Brasil) dividida em 79 vídeos disponíveis no canal ztaarb do YouTube:Para facilitar a pesquisa discrimina-se, a seguir, os vídeos desta playlist correspondentes a cada um dos 13 episódios desta série (cada episódio foi segmentado em 6 vídeos, excepto o episódio nº 10 que está dividido em 7 vídeos):Episódio 1 - Os Limites do Oceano Cósmico - Uma visão geral sobre o universo (vídeos ...

Ursa Maior e Polaris

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo A, Astronomia, Ciência Geral, Hila Science
Reconstrução da legendagem de um vídeo divulgado numa entrada anterior deste blogue (14 de Maio de 2007).Um pequeno vídeo, realizado com a captura de imagens do programa Starry Night, sobre como localizar a Estrela Polar e a Ursa Menor com base na Ursa Maior.Este vídeo serve de suporte a um curso introdutório de astronomia. Mais informações podem ser encontradas em http://hilaroad.com/camp/projects/stars.html.Polaris (um sistema estelar triplo): visão artísticaImagem criada pela NASA, Domínio PúblicoPara quem quiser explorar o céu pode também utilizar o GoogleEarth 4.2 que dispõe de um conjunto notável de ferramentas para descobrir o céu (download). Ou, em alternativa, viajar através do Google Sky, Google Moon ou Google Mars.Legendas adicionadas a vídeo do canal ScienceOnline no YouTube:Pode também aceder a clone no GoogleVideo.Entradas relacionadas deste blogue:Transmissão para o Espaço: Across the Universe;Orion;Hila Science.

Uma SuperTerra aqui tão perto

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo A, 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Astronomia, Ciência Geral
Reconstrução da legendagem de um vídeo divulgado numa entrada anterior deste blogue (1 de Novembro de 2007).A descoberta do primeiro exoplaneta (Abril de 2007) numa zona habitável do seu sistema estelar foi um feito incrível. Com um raio apenas 50% maior do que o da Terra e com uma massa aproximadamente igual a 5 massas terrestres é o menor planeta, fora do sistema solar, descoberto até à data, e encontra-se relativamente perto da Terra (a cerca de 20,4 anos-luz).Este planeta, Gliese 581 c (apelidado pelos astrónomos de SuperTerra), descreve uma órbita completa em torno da sua estrela, Gliese 581 (entrada 581 do Catálogo de Wilhelm Gliese das estrelas próximas), uma anã vermelha, em apenas 13 dias. Este pequeno valor do período de translação está de acordo com o facto do planeta estar 14 vezes mais perto desta sua Estrela comparativamente à distância Terra - Sol. Copyright (c) ESOEsta descoberta fantástica só foi possível devido ao sistema HARPS do telescópio de 3,6 m em La Silla da ESO (European Organisation for Astronomical Research in the Southern ...

Sistemas geocêntrico e heliocêntrico

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo A, 11 - da Terra à Lua, 12 - gravitação, Ciência Geral, método científico
A observação, a partir da Terra, dos movimentos do Sol, das estrelas e dos planetas, sugere de modo muito claro que todo o universo se move em redor da Terra. Foi este o sistema, dito geocêntrico, que vigorou durante dezenas de séculos até ao século XVI (ver aqui animação flash sobre o sistema ptolomaico). Ptolomeu aperfeiçoou este sistema de modo a conseguir descrever e prever com precisão extraordinária os movimentos dos corpos celestes observáveis na época. Nicolau Copérnico apercebeu-se de que a descrição seria muito mais simples caso o Sol fosse colocado no centro do universo: modelo heliocêntrico (ver aqui applet que compara os modelos geocêntrico e heliocêntrico). Mas essa ideia era inaceitável, e, de algum modo ridícula, já que implicava que a Terra se movesse a mais de 100 000 km/h e não existiam quaisquer provas desse facto tão inconcebível.Mas o conhecimento do mundo só se torna científico na medida em que recorre à fundamentação experimental ou observacional das suas conjecturas. Foi assim que Galileu Galilei procedeu ao utilizar o telescópio como instrumento regulador de diferentes hipóteses. Ao seguir uma sugestão falsificadora de Benedetto Castelli descobriu as fases ...

ITER: criar uma estrela dentro de um donut

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 08 - energia, 10 - arquitectura do universo A, 10 - das fontes ao utilizador, 12 - núcleos, Ciência Geral
Reconstrução da legendagem de um vídeo divulgado numa entrada anterior deste blogue (15 de Junho de 2007).As estrelas obtêm a sua energia a partir de reacções de fusão nuclear.Será o homem capaz de produzir e controlar este tipo de reacções?ITER (acrónimo de International Thermonuclear Experimental Reactor) é um megaprojecto internacional que visa demonstrar a viabilidade de um reactor de fusão nuclear. Será que a resolução dos problemas resultantes do esgotamento dos combustíveis fósseis passará pela fusão nuclear?O ITER vai ser construído em Cadarache, França, a partir de 2008. O reactor começará a ser montado a partir de 2011. O plasma terá que ser aquecido até que se atinja a temperatura necessária para que se mantenha a si mesmo (plasma auto-sustentável) e de modo a que as reacções de fusão garantam um balanço positivo de energia (o plasma deverá fornecer mais energia do que a que é gasta para o activar e manter). Poderá ser possível avançar na tentativa de resolução do problema enunciado por Pierre-Gilles de Gennes (Prémio Nobel da Física, 1991): "Dizemos que vamos colocar o Sol dentro de uma caixa. Esta ideia é ...

Fissão e fusão nucleares

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 10 - arquitectura do universo A, 12 - núcleos, Ciência Geral, física nuclear
Na fissão, ou cisão, nuclear um núcleo pesado dá origem a dois ou mais núcleos leves, libertando grandes quantidades de energia. Este é o processo utilizado nos reactores das centrais nucleares em que se produz energia eléctrica à custa do calor libertado nestas reacções. Vale a pena experimentar a simulação de física nuclear do projecto PhET (pode ajudar a perceber o que é uma reacção em cadeia e como funciona um reactor nuclear de fissão).Na fusão nuclear dois núcleos leves originam um núcleo pesado, obtendo-se também enormes quantidades de energia. Este é o processo que originou toda a energia de que hoje dispomos, uma vez que mesmo a "energia armazenada" nos combustíveis fósseis teve, em última análise, a sua origem na energia proveniente do Sol, um gigantesco reactor nuclear de fusão.Embora a fusão seja um processo mais limpo ainda não é possível obter, de modo eficiente e controlado, energia a partir de reacções de fusão. No entanto esta é uma área em que a ciência tem investido um grande esforço. Um exemplo bem conhecido é o projecto ITER (acrónimo de International Thermonuclear Experimental Reactor).Diagrama ...

O que é o desvio para o vermelho?

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 10 - arquitectura do universo A, 12 - relatividade restrita, Astronomia, Ciência Geral, ondas
Este é um vídeo incluído na famosa série Ask an Astronomer ("Pergunta a um Astrónomo") que, por sua vez, faz parte da colecção de vídeos (para feed deste videocast clique aqui) do serviço educativo do Telescópio Espacial Spitzer da NASA (os mesmo vídeos podem ser encontrados no canal SpitzerJim do YouTube). Neste caso, Tom Jarret do IPAC - CalTech (centro científico dedicado à astronomia do infravermelho) explica-nos o que é o desvio para o vermelho e como é que pode ser utilizado para medir distâncias no universo. Ornamentos das Poeiras Celestes, criado pela NASA/JPL-Caltech, Domínio PúblicoGonçalo Pardal, aluno da Escola Secundária c/ 3º CEB Dr. Joaquim de Carvalho, legendou vídeo do canal SpitzerJim do YouTube, recorrendo ao serviço overstream:No canal do YouTube referido pode visualizar outros vídeos educativos no domínio da astronomia.Algumas applets relaciondas: Efeito de Doppler (frentes de onda) - David Harrison, Dep. de Física da Universidade de Toronto -; Efeito de Doppler - David Harrison, Dep. de Física da Universidade de Toronto -; Um exemplo do ...

A imagem mais importante de todos os tempos

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 07 - universo, 10 - arquitectura do universo A, Astronomia, Ciência Geral, cidadania
Reconstrução da legendagem de um vídeo divulgado numa entrada anterior deste blogue (13 de Maio de 2007).Uma boa explicação da pequenez da humanidade face à vastidão do universo. Recorre-se para isso à imagem de campo profundo do telescópio Hubble (1995) e a de campo ultraprofundo (2003-2004). A compreensão destas imagens (HDF e HUDF) altera o modo como vemos o universo, logo como nos vemos no universo.Imagem de campo ultraprofundo do Hubble, criada pela NASA e pela ESA, Domínio PúblicoLegendas adcionadas a vídeo disponibilizado no canal tdarnell do YouTube:Este vídeo, escrito e narrado por Tony Darnell, foi feito a partir de imagens e animações da ESA / NASA.Mensagens relacionadas deste blogue:Ponto azul pálido;Hubblecast: videocast do telescópio Hubble;Uma "Super Terra" aqui tão perto;Orion.

As estrelas: fábricas de elementos químicos

Carlos Portela @ Vídeos para o Ensino da Física e da Química Categorias: 10 - arquitectura do universo A, 12 - núcleos, Ciência Geral
Reconstrução da legendagem de um vídeo divulgado numa entrada anterior deste blogue (18 de Outubro de 2007).Durante a maior parte do tempo de vida de uma estrela, esta converte, fundamentalmente, os núcleos de hidrogénio-1 (protão) em núcleos de hélio-4.Mas, em fases posteriores, as estrelas conseguem "fabricar", por fusão nuclear, elementos mais pesados.Nas gigantes vermelhas pelo menos até ao oxigénio e nas supergigantes vermelhas até ao ferro.Mas é no ferro que termina o caminho usual da fusão nuclear. Então de onde é que vêm os elementos mais pesados do que o ferro?Os elementos mais pesados do que o ferro são produzidos nas supernovas: explosão tremendamente energética na fase final das estrelas "grandes" (de massa superior a oito massas solares).Neste vídeo da série de ciência Origins da PBS Nova (Science Programming on Air and Online), Neil deGrasse Tyson (actualmente o mais conhecido astrofísico americano) conta-nos a história dos elementos. São também entrevistados os astrofísicos Robert Kirshner (Universidade de Havard) e Stan Woosley (Universidade da Califórnia, Santa Cruz).Legendas inseridas sobre vídeo disponibilizado pelo YouTuber MrCristea recorrendo ao webware ...
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