A manipulação no discurso político.

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Filosofia política, Livros, Orwell, Video, democracia, literatura
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O nosso lugar no Universo - Carl Sagan

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Carl Sagan, Ciência, Ciência Geral, Sentido da vida, Video

Qual é a distinção entre a física e a metafísica?

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência, Ciência Geral, Filosofia, Livros
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Realismo, coragem face às adversidades e um bom Ano Novo

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Opinião, pintura
O salvamento de Oschichi (Japão, 1885) de Tsukioka Yoshitoshi (1839-1892).

Realismo, coragem face à adversidades e um bom Ano Novo

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Opinião, pintura
O salvamento de Oschichi (Japão, 1885) de Tsukioka Yoshitoshi (1839-1892).

Podemos compreender um livro de Filosofia sem o ler até ao fim?

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, leitura, ética
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Podemos ganhar alguma coisa com a leitura de um livro de Filosofia?

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Filmes, leitura, ética
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O Natal, o consumismo e os direitos humanos

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Direitos humanos, banda desenhada, ética
Imagem retirada da Internet, sem indicação do autor.

Não faltam razões para visitar o Museu de Arte Antiga

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Estética, pintura
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Razões para visitar o Museu de Arte Antiga em Lisboa

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, pintura
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Sugestão para as férias: uma visita ao Museu de Arte Antiga em Lisboa

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Sentido da vida, pintura
S. Jerónimo, de Albrecht Dürer (1471-1528)A reflexão filosófica acerca da brevidade da vida e do modo como cada um de nós aproveita o tempo pode ser suscitada, por exemplo, por um olhar atento a este espantoso quadro.Pode ser visto em Lisboa, no Museu Nacional de Arte Antiga, um local onde dá vontade de estar e de olhar.

O sono da razão produz monstros

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Atitude crítica, Ciência Geral, Opinião, Portugal, educação, pintura
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Análise filosófica do filme ” O tigre e a neve”

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Ficha de Trabalho (SR), Filmes, Valores, ética
FILOSOFIA - 10º ANO Tema: A acção humana e os valoresGuião de análise do filme: “O tigre e a neve”, de Roberto BenigniGRUPO IIdentifique o valor que justifica cada uma das seguintes acções (praticadas pelo personagem principal, o poeta Attillio de Giovanni):A. O modo como ele lecciona a aula de Literatura na Universidade.B. A sua ida para Bagdad quando rebenta a guerra.C. A procura de medicamentos, em Bagdad, para tentar salvar a vida de Vittoria.D. Os esforços que faz para sair da prisão quando é feito prisioneiro no Iraque. Dê dois exemplos de acções apresentadas no filme que são praticadas com base em valores negativos. Identifique o respectivo valor.Dê três exemplos, apresentados no filme, que ilustrem as diferenças existentes entre os padrões culturais iraquianos e os europeus (italianos neste caso).Que tipo de valores são, segundo o filme, fundamentais na sociedade e na cultura iraquianas? De acordo com esse tipo de valores, como se justifica que certos actos sejam moralmente correctos ou incorrectos?Considere o seguinte juízo valor: “A prática da infidelidade conjugal é moralmente incorrecta”.5.1 Qual é o valor de verdade que a personagem Vittoria atribui a ...

Uma análise filosófica do filme “O tigre e a neve”

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Ficha de Trabalho (SR), Filmes, Valores, ética
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Guião de análise do filme “Filadélfia” de Jonathan Demme

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Ficha de Trabalho (SR), Filmes, Retórica, falácias
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Aderi à greve e fiquei em casa a trabalhar

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Opinião, Portugal, educação
Sou professora há mais de dezassete anos. Sempre desejei ser avaliada (com objectividade e rigor, entenda-se). Mas nunca como agora, em que finalmente se tentou efectuar a avaliação dos professores, me senti tão desrespeitada e tão humilhada. E nunca tive tão poucas condições de trabalho.Hoje, apesar de fazer greve, estou desde manhã a trabalhar em casa: a corrigir testes e a elaborar os testes que irei fazer amanhã a outras turmas. Lecciono aulas a cinco turmas, tenho cento e trinta alunos, sou directora de turma e por isso não tenho alternativa – caso queira fazer o meu trabalho com rigor e honestidade intelectual.Espanta-me a indiferença dos Pais e Encarregados de Educação, dos portugueses em geral e do Senhor Presidente da República em particular, que promulgou os novos Estatutos do Aluno e da Carreira Docente. Qualquer leitor atento dessas duas leis percebe que põem em causa alguns dos pressupostos essenciais do ensino: ao dividir, arbitrariamente e injustamente (sem critérios objectivos), os professores em professores titulares e professores; ao multiplicar os trabalhos burocráticos dos professores quando os alunos faltam; ao impedir que o absentismo dos alunos tenha consequências penalizadoras como a exclusão por faltas (o que promove a desresponsabilização); etc.Os leitores já ...

Correcção da Ficha de avaliação nº 1 (10ºC)

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Ficha de Trabalho (SR)
ESCOLA SECUNDÁRIA DE PINHEIRO E ROSA FILOSOFIA – 10ºANO CORRECÇÃO DA FICHA DE AVALIAÇÃO Nº 1 – TURMA C Versão AGRUPO IA. Argumento dedutivoB. Argumento por analogiaC. Argumento indutivo: generalizaçãoD. Argumento indutivo: previsãoE. Argumento dedutivoF. Argumento de autoridadeG. Argumento dedutivoH. Argumento por analogiaI. Argumento de autoridadeJ. Argumento dedutivoL. Argumento dedutivoGRUPO II1.1. A e J1.2. E e G1.3. Nenhum2.Os argumentos A e J são válidos mas têm premissas falsas. Os argumentos E e G têm premissas verdadeiras mas são inválidos. A solidez de um argumento dedutivo tem como condições necessárias, simultaneamente, a validade formal do argumento e a verdade das premissas. GRUPO III1. D2. A3. C4. A5. A6. A7. A8. C9. C10. DVersão BGRUPO IA. Argumento dedutivoB. Argumento por analogiaC. Argumento indutivo: generalizaçãoD. Argumento indutivo: previsãoE. Argumento dedutivoF. Argumento de autoridadeG. Argumento dedutivoH. Argumento por analogiaI. Argumento dedutivoJ. Argumento dedutivoL. Argumento de autoridade GRUPO II1.1. A e J1.2. E e G1.3. Nenhum2. Os argumentos E e G são válidos mas têm premissas falsas. Os argumentos A e J têm premissas verdadeiras mas são inválidos. A solidez de um argumento dedutivo tem como condições necessárias, simultaneamente, a validade ...

Matriz do 2º teste do 10º (turmas B, C e G)

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Matrizes de testes 2008-2009 (SR)

Matriz do 2º teste do 11º das turmas A e C

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Matrizes de testes 2008-2009 (SR)

O que é fazer ciência? - A perspectiva de Einstein

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência, Ciência Geral, Filosofia, Objectividade, verdade
Albert Einstein (1879-1955) «Os conceitos físicos são criações livres do espírito humano e não são, como se poderia crer, unicamente determinados pelo mundo exterior. No nosso esforço para compreender a realidade, a nossa posição lembra a de um homem que procura adivinhar o mecanismo de um relógio fechado. Esse homem vê o mostrador e os ponteiros em movimento, ouve o tiquetaque, mas não dispõe de meios que lhe permitam abrir a caixa. Se é um homem engenhoso, pode representar a imagem de um mecanismo responsável por tudo o que observa, mas não poderá nunca ter a ...

Filosofar para escapar à ignorância.

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Arte, Ciência Geral, Filosofia, pintura
Filósofo em Meditaçãode Rembrandt van Rijn [Pintor holandês, 1606-1669] Para ver mais obras deste pintor clique aqui."Foi, de facto, o espanto que levou, tal como hoje, os homens a filosofar. Inicialmente, foram os fenómenos surpreendentes mais comuns (..) depois avançando assim a pouco e pouco, procuraram resolver problemas mais importantes, tais como os fenómenos da lua, os do sol e das estrelas e a génese do universo. Dar conta de um problema é espantar-se, é reconhecer a sua própria ignorância (...). Assim, pois, se foi para escapar à ignorância que os primeiros filósofos se entregaram à filosofia é claro que eles procuravam o saber com o fim de conhecerem e não com um fim utilitário. Aquilo que na realidade se passou prova-o: quase todas as artes que se referem às necessidades e se interessam pelo bem estar já eram conhecidas quando ...

Quais são as falácias informais usadas pelas personagens do vídeo?

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Argumentação, Ciência Geral, Ficha de Trabalho (SR), Humor, Lógica, Video, falácias

Falácias informais utilizadas na publicidade - exercício de aplicação

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Argumentação, Ciência Geral, Ficha de Trabalho (SR), Lógica, cartoon, falácias, fotografia
1. Identifique quais são as falácias informais presentes nos anúncios seguintes.2. Reescreva os argumentos falaciosos presentes nos anúncios, formulando de modo claro e explícito as premissas e a conclusão.Exemplo AExemplo BExemplo CExemplo DExemplo E

Que tipo de relação deve existir entre os cidadãos e o Estado?

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Filosofia política, Livros, Opinião, Portugal, Stuart Mill, educação, estado
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Ficha de Trabalho nº 4, Filosofia - 10º ano

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Alegoria da Caverna, Ciência Geral, Ficha de Trabalho (SR)
Filosofia - 10º anoFicha de Trabalho nº 4Tema: Análise e interpretação da alegoria da caverna de Platão.Para responder às questões a seguir apresentadas, deverão ser relidos os seguintes textos: 1, 2 e 3 (págs. 22 à 27 do Manual) analisados na aula. Grupo I1. A quem são comparáveis os prisioneiros de que Platão fala?2. As “correntes” que prendem os prisioneiros representam, metaforicamente, o quê?3. “Os prisioneiros julgavam que as sombras eram a realidade”. Qual é o significado desta afirmação?4. Quais são, de acordo com o texto da alegoria da caverna, os conceitos contrários a:A. SombrasB. IgnorânciaC. IlusãoD. Prisão5. Que relação existe entre o caminho que o prisioneiro faz em direcção à luz exterior da caverna e a atitude filosófica?6. O prisioneiro regressa à caverna para poder partilhar a sua descoberta com os outros que ainda se encontravam acorrentados. Quais são, segundo Platão, os motivos que o levam a agir deste modo?7. Como reagem os outros prisioneiros ao serem confrontados com o carácter ilusório das sombras que viam? Como é que se pode justificar esta atitude dos prisioneiros?...

Resistir

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Atitude crítica, Ciência Geral, Filosofia
Quino, Gente, Edições D.Quixote.

É legítimo desobedecer às leis do Estado? - Algumas considerações acerca do problema filosófico da desobediência civil

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Desobediência Civil, Filosofia política, John Rawls, educação, ética
Martin Luther King Jr. a ser detido pela polícia em 16/4/1963....

Como se formula, na linguagem de Kant, o princípio que o Manelinho encontra escrito no livro?

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Kant, cartoon, ética
Quino, Toda a Mafalda, Edições D. Quixote, pág. 368.Concordas com opinião do Manelinho em relação ao princípio enunciado?

O que importa em Filosofia é o debate das ideias

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Atitude crítica, Bertrand Russell, Ciência Geral, Filosofia, Heidegger, Kant, Platão
Bertrand Russell (1872-1970) ...

” O tempo passado e presente”

Sara Raposo @ Dúvida Metódica Categorias: Ciência Geral, Estética, Sentido da vida, pintura
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