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Por João Vitor Campos e Silva
Ei biólogo, quanto vale vosso serviço? Uma pergunta difícil não? E, no entanto, não deveria ser!
Deveríamos ter na ponta da língua a importância e o valor de nossas atribuições. Tanto o valor econômico quanto o valor técnico, já que se trata de uma profissão propulsora da ciência e que se tornou fundamental para o desenvolvimento desse País!
Acontece que o problema vem de longe e nas curvas do tempo enraizou-se. O polivalente naturalista Alexander Von Humboldt, por exemplo, descobridor de tantas espécies, responsável pela confecção de dezenas de mapas das florestas e rios sul-americanos, ganhador de centenas de prêmios acadêmicos, considerado um dos maiores cientistas pela Sociedade Real inglesa e aclamado por acadêmicos alemães deveria ser bem pago para executar suas fabulosas expedições não é verdade?
Pois saibam que o que financiou sua mega viagem pela América Latina foi a estrondosa herança que recebeu por ser filho de um aristocrata! Assim foi também com Charles Darwin que, provavelmente, só conseguiu sistematizar sua revolucionária teoria por ser membro da burguesia! Isso jamais arranharia sua genialidade, mas nos faz compreender um pouco a situação do biólogo contemporâneo. Somos os sucessores desses antigos devotos da natureza que estruturaram grande parte do conhecimento científico, muitas vezes, à custa de suas fortunas particulares!
Mas e os que não possuíam as estrondosas heranças? Ora... passavam as mesmas dificuldades que passamos hoje enquanto bolsistas! Vejamos o caso de Alfred Russel Wallace. O biólogo britânico passou por ácidos momentos em sua carreira, dependendo as vezes da venda de insetos que coletava para garantir o sagrado pão do dia a dia (se fosse hoje seria preso por biopirataria!).
Em pleno século XXI o cenário é outro obviamente, mas no âmago da situação observamos particularidades muito semelhantes. O curso de Ciências biológicas ainda é um curso bastante elitista onde grande parte dos alunos recebe uma forte ajuda familiar para finalizar os estudos. E os que não possuem uma família abastada, sobrevivem não vendendo insetos, mas se virando!
Lembro-me que quando fazia parte do Centro Acadêmico organizava diversos eventos onde expoentes da Academia brasileira eram convidados para palestrar. Na esmagadora maioria das ocasiões os palestrantes cobravam apenas a passagem e a estadia. Quando indagados sobre essa nobre benevolência, eles disparavam: “Não recebo nada mas posso conhecer lugares e pessoas diferentes”. Ora ora ora... Quantos advogados, engenheiros, médicos ou administradores estão por aí palestrando de graça? Realmente não…
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Saci @ ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia
Categorias: Ciência Geral, Destaques, biólogos, ponto de vista, remuneração
Por Alexandre Aleixo
O escritor tcheco Franz Kafka, autor de jóias da literatura como "A Metamorfose" e "O Processo", tinha um talento especial para narrar como o insólito pode entrar na vida das pessoas sem qualquer aviso prévio e com conseqüências trágicas. A odisséia kafkaiana do biólogo Louri Klemann Jr. começou no dia 15 de maio deste ano no litoral do Paraná, mas seu fim ainda parece longe, com um possível desfecho que pode representar a total falência da Zoologia brasileira como uma ciência que se comunica eficientemente com o grande público e até com alguns de seus supostos líderes nos conselhos regionais de biologia.
O site "Google" é um medidor acurado da odisséia kafkaiana de Louri Klemann Jr. Quem digitar o nome completo dele achará várias entradas logo na primeira página. Nas mais acessadas, ele aparece como um criminoso condenado sem julgamento, como Joseph K., protagonista de "O Processo". Em outras, ele aparece como um prolífico consultor ambiental. Além disso, existe também o Louri Klemann Jr. mestrando do curso de Pós-graduação em Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná, bem como aquele que trabalhou em associação com o ICMBIO, a Secretaria de Meio Ambiente do Paraná e o Instituto Ambiental do mesmo estado (IAP) em diversos projetos que vão desde a elaboração de planos de manejo de unidades de conservação, até a revisão da lista de espécies ameaçadas do Paraná e a elaboração de planos de ação para espécies ameaçadas do estado. Curiosamente, o mesmo IAP pode condená-lo em breve a pagar uma multa de 50 milhões de reais por crime ambiental...
Tudo tão contraditório que pode parecer que existem dois Louri Klemann Jr., antípodas um do outro: o criminoso ambiental impiedoso / psicopata implícito e o biólogo conservacionista de formação, parceiro dos órgãos ambientais no estado do Paraná. Infelizmente, todas as páginas do "Google" citadas acima tratam da mesma pessoa! Surpresos?! Lembre-se, como escrevi logo no início, este texto trata de uma odisséia kafkaiana. Mas vamos ao que interessa agora: quem é, afinal, Louri Klemann Jr. e por que é toda a Zoologia brasileira que está encarnando o papel de Joseph K. junto com ele num verdadeiro simulacro de processo por um crime inexistente?
A chave para entender a natureza real de Louri Klemann Jr. é o seu currículo Lattes, instrumento de avaliação acadêmica obrigatório no Brasil. Nele, estão bem caracterizados todos os Louri…
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Saci @ ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia
Categorias: Ciência Geral, Ornitologia, aves, ponto de vista, zoologia
Por Marcio Santilli
Venho resistindo há meses comentar declarações e posições assumidas pelo deputado Aldo Rebelo, companheiro de lutas nos tempos de ditadura e protagonista de uma longa e respeitável carreira política. Porém, sua condição de relator de proposta de alteração do Código Florestal brasileiro o expôs a equívocos graves e lamentáveis, capazes de desvirtuar a sua própria trajetória.
Para meu espanto, Aldo Rebelo sonegou qualquer elemento inovador à discussão sobre a lei de florestas, que são um ativo nacional da maior importância estratégica no presente e para o futuro, no contexto da crise climática e de escassez de recursos naturais que será uma forte marca deste século. O Código Florestal é a lei brasileira para florestas, não é lei agrícola e nem agrária, e o deputado apresentou uma proposta que confunde este fato básico e não reflete sobre a importância da própria floresta.
Floresta não é antinomia de “comida”, como parece crer o Aldo. Manter e recuperar ativos florestais é parte fundamental de qualquer estratégia econômica nacional que aponte para as economias do futuro. O Brasil é o maior detentor de florestas nativas do mundo, a despeito da sua condição de forte produtor e exportador de alimentos. A China já detém a maior área reflorestada do planeta, a despeito da sua gigantesca população e limitada extensão de terras agricultáveis. Julgar que a proteção e recuperação de florestas seja papo de gringo protecionista é dar um tremendo tiro no pé ao subestimar o cacife do Brasil no setor: biodiversidade, disponibilidade de água, estoques de carbono, serviços ambientais e climáticos, conhecimentos e culturas associados – inclusive muita comida, se for o caso.
Não que não haja gringos e nacionais dispostos a tudo em função de interesses econômicos específicos ou espúrios. E até “pesquisadores” gringos ridículos, dispostos a vender o peixe de direitos sobre estoques de carbono florestais alheios para produtores agrícolas gringos desavisados. O Aldo parece não perceber que, ao festejar o descobrimento de um estudo gringo ridículo como prova do “crime” dos que defendem as florestas brasileiras, atribui um papel menor – igualmente ridículo – à oportunidade que o destino lhe confere, como legislador, de pensar e formular o papel maior que as florestas podem e devem desempenhar numa estratégia brasileira de futuro.
É muito grave que o Aldo Rebelo se perfile, ideologicamente, aos chamados “céticos climáticos”, para colocar sob suspeita a ciência do clima, como…
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Saci @ ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia
Categorias: Ciência Geral, Código Florestal

“Um País é feito de Homens e Livros”
Monteiro Lobato
Por João Vitor C. e Silva - JBCaros pesquisadores, alunos e servidores, cá estou para derramar sobre esse papel uma grande angústia que chega a me causar calafrios nas tardes acaloradas dessa babilônia. Não estaria expondo minha singela opinião se por trás da crítica não estivesse um dos maiores institutos (se não o maior) de pesquisas tropicais do mundo. Mas a todo instante, em meio a esse bosque repleto de inspiração, me vem à cabeça a perturbadora pergunta: Para que serve a biblioteca do INPA?
Navegando pelo site da referida instituição, espantosamente, encontro as seguintes informações:
“Biblioteca do Inpa é referência sobre Amazônia. Criada em julho de 1954 reúne uma das maiores bibliografias nacionais sobre a Amazônia. Dissertações de mestrado, teses de doutorado, monografias e livros publicados pelo Inpa, além de toda a coleção da revista científica Acta Amazônica, figuram entre as mais de 199 mil obras do acervo”.
Ora, se a biblioteca é referência para a Amazônia por que tratar os livros como jóias que devem ser guardadas a sete chaves? O objetivo maior de uma biblioteca não deveria ser a facilitação do encontro entre o leitor e a obra? Para que serve uma biblioteca se não for para promover o desenvolvimento cultural, artístico, científico e político de seus usuários?
Inúmeras vezes adentrei os espaço da biblioteca com o objetivo de conhecer algumas dessas quase 200 mil obras sobra a Amazônia, mas é impossível! Só há acesso às obras que já conhecemos ou ouvimos falar. No maior instituto de pesquisa da Amazônia não nos dão o direito de garimpar a informação dentro do próprio acervo de consulta! Obviamente que a crítica não é aos servidores que trabalham muito bem e em todas as ocasiões que estive por lá sempre foram muito solícitos. No entanto, o sistema bibliotecário do INPA é bastante ineficiente e poda a possibilidade de germinação e proliferação de grandes idéias!
Muitas vezes as belas descobertas não ocorrem pelos caminhos exatos de uma reta e sim pelas tortuosas incertezas de uma curva. Recordo-me, nesse parco tempo de vida acadêmica, que foi procurando algum
tratado de biologia evolutiva que descobri a poesia de Pablo Neruda; e foi vasculhando a ecologia de Pianka que aflorou em minhas mãos a crítica contundente de Henry Thoreau. Lembro-me também, que foi entre…
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Saci @ ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia
Categorias: Ciência Geral, acesso ao conhecimento, biblioteca do INPA, ponto de vista
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro publicou no dia 21 de maio de 2010 a Lista de Espécies da Flora do Brasil, que inclui em seu acervo milhares de espécies de algas, pteridófitas, briófitas, gimnospermas, angiospermas e fungos. O projeto é resultado do trabalho conjunto de várias instituições e pesquisadores, que disponibilizaram informações para compor a base de dados inicial do sistema.
Todas essas informações podem ser consultadas no site http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/ por meio de um formulário eletrônico (reproduzido acima), que leva em conta aspectos taxonômicos e geográficos.
A lista ainda é preliminar, mas já contém um total de 41.120 espécies da flora brasileira, sendo 3.633 de Fungos, 3.509 de Algas, 1.521 de Briófitas, 1.177 de Pteridófitas, 23 de Gimnospermas e 31.257 de Angiospermas.
É uma das melhores notícias dos últimos anos, pois de fato existe uma necessidade enorme de sintetizar o conhecimento existente sobre a biodiversidade no Brasil. Esperamos que esse seja apenas o começo. Para consolidar e complementar essa excelente iniciativa, o governo brasileiro deve direcionar um grande aporte de recursos para modernizar e ampliar as coleções biológicas em todo o país, atuando com veemência para impedir que tragédias, como a do Instituto Butantan em São Paulo, venham a destruir parte do nosso inestimável patrimônio cultural.

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Saci @ ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia
Categorias: Ciência Geral, Flora, Fungos, angiospermas, bancos de dados, briófitas, ervas, gimnospermas, musgos, pteridófitas, samambaias
Gato-maracajá (Leopardus wiedii), fonte - wikipedia
Mesmo se passarem anos no campo, os pesquisadores raramente testemunham a predação de primatas. Os gatos, aves e outros caçadores regularmente se alimentam de espécies de primatas, mas o que sabemos sobre os hábitos dos caçadores de primatas frequentemente vem a partir de ossos e unhas encontradas nas fezes do predador. De vez em quando, porém, alguém está no lugar certo e na hora certa para observar uma tentativa do predador de pegar um primata para o jantar e uma observação recente na Amazônia revelou uma técnica engenhosa de caça empregada por um pequeno gato malhado.
Embora seja conhecido pela ciência por quase 200 anos, o gato-maracajá (Leopardus wiedii) ainda é um dos mais enigmáticos gatos do mundo. Ele passa a maior parte de sua vida nas árvores das florestas tropicais da América Central e do Sul, e, como acontece com muitas espécies arbóreas, ela se tornou especialmente difícil de seguir e estudar. Conforme relatado por Ellen Wang, com base em 20 amostras fecais, sabemos que grande parte da sua dieta é composta de pequenos roedores, mas como os gatos efetivamente caçam estes animais no topo das árvores é amplamente desconhecido.
Para descobrir, os pesquisadores Fabiano de Oliveira Calleia, Fabio Rohe e Marcelo Gordo entrevistaram pessoas que tinham vivido na floresta por toda a sua vida sobre como os gatos-maracajá caçam. Curiosamente, uma observação comum era que os gatos imitam as chamadas de suas presas para atraí-las. Pumas, leopardos e onças-pintadas têm sido observadas utilizando essas técnicas e em 2005 os pesquisadores foram capazes de confirmar os relatos.
Ao fazer observações de campo na Reserva Florestal Adolpho Ducke, os pesquisadores avistaram um grupo de oito sauins-de-coleira (Saguinus bicolor), que havia se estabelecido em uma figueira para se alimentar. Havia um gato-maracajá por perto, mas ao invés de investir contra o grupo de primatas, o gato fez chamadas imitando os filhotes de sauim. O macaco que estava de vigia não sabia o que fazer diante dessa situação. Ela subia e descia da árvore, numa tentativa de descobrir o que estava acontecendo, fazendo chamadas para alertar os outros sauins que algo suspeito se passava. Depois de alguns minutos, as chamadas estranhas pararam, mas cerca de dez minutos depois, os quatro macacos restantes foram para longe deste ponto de alimentação. O gato-maracajá foi vindo em direção a eles…
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Saci @ ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia
Categorias: Ciência Geral, Comportamento, Destaques, Gatos, Primatas, mamíferos
As florestas neotropicais abrigam uma diversidade enorme de espécies vegetais. No entanto, temos pouco conhecimento sobre esta diversidade e faltam-nos ainda informações básicas sobre quem são e onde estão as espécies.
Calathea hopkinsii; colector: Costa, F.; site: PDBFF (AM); photo: Flávia Costa.
Nos últimos anos têm crescido o número de pesquisadores interessados em estudos taxonômicos, ecológicos e evolutivos de Zingiberales nas florestas neotropicais. A integridade das características das estruturas reprodutivas das espécies (cor, forma e tamanho) é essencial para identificação correta das espécies de Zingiberales. No entanto, essas características são perdidas após a secagem do material florístico coletado. Desta forma estamos criando um álbum de fotos online das espécies de Zingiberales com o objetivo de auxiliar no progresso dos estudos com grupo. Você está sendo convidado a ver e comentar as fotos já postadas no site, e a incluir suas fotos, caso queira integrar este esforço. Para ver as fotos, acesse a página http://picasaweb.google.com.br/neotropical.zingiberales e faça seus comentários.
Informações adicionais, como o local georreferenciado, tipo de ambiente e nome do autor da foto e informações sobre o indivíduo coletado, quando disponíveis (p.ex. altura) também irão constar na etiqueta de cada arquivo. Portanto, cada pesquisador poderá acessar e baixar livremente as fotos e principalmente deixar comentários a respeito das espécies. É necessário ter uma conta no gmail para deixar os comentários, caso você não possua nos informe que lhe forneceremos o login e senha de acesso. Os especialistas também poderão demonstrar interesse e solicitar o envio das exsicatas para análise mais detalhada do material. Para anexar uma foto ao álbum, envie-nos o arquivo para este email (neotropical.zingiberales@gmail.com), com as seguintes informações (latitude/longitude, tipo de ambiente, autor da foto).
Esperamos com esta iniciativa facilitar e fortalecer a comunicação entre os pesquisadores e especialistas do grupo espalhados pelo globo e contribuir para o avanço do conhecimento das espécies vegetais das florestas neotropicais.
Junte-se a nós!
Costus guanaiensis; colector: Costa, F.; site: Estação Ecológica de Maracá (RR); photo: Flávia Costa.
Crédito da imagem da Calathea sp. (roxa): Iracema Moll.

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Saci @ ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia
Categorias: Ciência Geral, Destaques, ervas, marantáceas, zingiberales
Na próxima segunda feira, dia 8 de fevereiro, o Dr. Olaf Bánki (University of Amsterdam) ministrará duas palestras no Inpa. Sua pesquisa é focada principalmente na Teoria Neutra e diversidade de árvores do Escudo das Guianas.
Palestra 1.
'LifeWatch: An European project to build a webbased infrastructure for biodiversity research'
Local: Auditório da Biblioteca do Inpa
Horário: 10:00h
Data: 08/02/2010
Para saber mais: www.lifewatch.eu
Palestra 2.
'Does neutral theory explain community composition of Guiana Shield forests?'
Local: Auditório da Biblioteca do Inpa
Horário: 16:00h
Data: 08/02/2010
Sobre seu doutorado, que teve como questão central: como o pool de espécies local é derivado do regional?
As palestras serão ministradas em inglês. Continue a ler Palestras com Dr. Olaf Bánki (University of Amsterdam)
Saci @ ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia
Categorias: Ciência Geral, ecoinformatica, teoria neutra
Seguem alguns cartoons de Fernando Gonsales em comemoração dos 150 anos desde a publicação de Origem das Espécies de Charles Darwin em 1859. As tiras foram publicadas em novembro do ano passado no caderno Mais! do jornal Folha de S.Paulo.
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Saci @ ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia
Categorias: Cartoons, Ciência Geral, Evolução
O livro 'Grandes Expedições à Amazônia Brasileira', de João Meirelles Filho, resulta de uma extensa pesquisa histórica, apresentando 42 expedições para a Amazônia, desde a primeira expedição européia (por volta de 1500) até as viagens de Rondon nos anos 1930.
Muitas expedições são famosas, como as de Alexandre Rodrigues Ferreira, Alfred Russel Wallace, Karl Friedrich Philipp von Martius e Johann Baptiste von Spix, mas o livro também traz expedições menos conhecidas, como as viagens de Mário de Andrade e Euclides da Cunha à Amazônia.
Lançado no final de 2009 pela editora Metalivros, o livro destaca-se pela quantidade e diversidade de viagens, a riqueza das narrativas e os registros materiais (são cerca de 280 imagens, entre mapas, desenhos, fotografias ou coleções).
Para ver uma entrevista com o autor, clique aqui.
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Saci @ ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia
Categorias: Ciência Geral, História, Livros, expedições