Blogs de Ciência

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Fases da Fotossíntese

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Fotossíntese em nove minutos

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De que matéria é feito o Universo ?

Computadores quânticos, teletransporte, um mundo novo à nossa frente.

Vlatko Vedral: "I'd like to explain the origin of God"

O físico quântico Vlatko Vedral descobriu de que matéria é feito o Universo:Informação!




Uma importante entrevista ao The Guardian.
http://www.guardian.co.uk/science/2010/mar/07/vlatko-vedral-interview-aleks-krotoskiContinue a ler De que matéria é feito o Universo ?

O mesmo horror…


Médicos no Iraque denunciaram um grande aumento no número de crianças com defeitos congénitos em Fallujah, que, há seis anos, foi palco de intensas batalhas entre tropas americanas e terroristas.

Médicos na cidade responsabilizam as armas usadas pelo Exército americano durante a acção militar pelos defeitos congénitos. Segundo uma investigadora, agora a incidência de doenças cardíacas entre os recém-nascidos na região é 13 vezes mais alta do que na Europa.

O Exército americano afirma não ter conhecimento de nenhum relatório oficial demonstrando o aumento dos defeitos congénitos na área, e que leva “muito a sério” as preocupações com saúde pública das populações civis morando em áreas de combate.

O editor de internacional da BBC John Simpson visitou um novo hospital em Fallujah, financiado pelos Estados Unidos, onde a pediatra Samira al-Ani contou que vê entre dois e três casos de defeitos congénitos por dia, principalmente doenças cardíacas.

Simpson também visitou várias crianças na cidade que sofrem de paralisia, lesão cerebral e viu a fotografia de um bébé que nasceu com três cabeças.

Fonte : BBC - Brasil

Ver vídeo em : http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2010/03/100304_videofallujahebc.shtmlContinue a ler O mesmo horror…

Órgãos vestigiais e evolução


A evolução de diferentes organismos ou partes de organismos num mesmo sentido, chamada evolução convergente, mostra que a selecção imposta pelos mesmos habitais sobre linhas evolutivas diferentes pode ocasionalmente resultar em funções semelhantes, apesar de não serem desempenhadas pela mesma estrutura anatómica.

No entanto, com excepção de tais eventos, a Anatomia Comparada seguiu a lógica de que os organismos que partilham estruturas derivadas de um grupo ancestral comum representam um percurso evolutivo divergente. As comparações efectuadas após dissecções anatómicas cuidadosas permitiram estabelecer os critérios para a construção de uma árvore evolutiva detalhada.
Um interesse particular dos anatomistas comparativos foi encontrar estruturas que pareciam ter perdido algumas ou mesmo todas as funções que tinham nos seus ancestrais. Do ponto de vista evolutivo, os anatomistas puderam explicar a presença de órgãos vestigiais ou rudimentares porque a adaptação a um novo ambiente geralmente implicou a existência de estruturas que evoluíram previamente e que posteriormente perderam a sua utilidade.

De acordo com o princípio da selecção natural, os indivíduos que consumirem menos energia na elaboração e manutenção de tais estruturas, terão maior probabilidade de sobreviver que os indivíduos que as mantiverem inalteradas quando estas tiverem perdido o seu papel biológico.

Além disso, algumas estruturas que já não são necessárias provavelmente interferem com o funcionamento das novas adaptações.
Com o passar do tempo, as estruturas obsoletas tenderão a evoluir regressivamente, mostrando apenas traços da sua anterior forma e função. Exemplos disto são encontrados num conjunto de pequenos ossos abdominais presentes nas baleias e nas cobras que são o que resta da sua antiga cintura pélvica. A presença de um esboço reduzido do olho nos crustáceos cegos, cavadores de galerias, também indica um processo evolutivo através do qual as estruturas obsoletas se foram gradualmente tornando rudimentares. Nos humanos, a presença de um certo número de estruturas vestigiais indica não só a sua actual obsolescência mas também a sua relação ancestral com outros mamíferos e primatas. Por exemplo, os músculos do ouvido externo, tal como os músculos do escalpe, são rudimentares nos humanos e geralmente não funcionais, mas são comuns a muitos mamíferos. A inflexão dos pés para escavar, em simultâneo com a extensão do dedo grande, é um traço dos primatas que é encontrado nos humanos na idade infantil mas que regride nos adultos.
A capacidade de preensão das mãos dos humanos mais jovens é também um traço vestigial, porque outros primatas a desenvolveram

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Uma questão de zeros

Esta imagem foi obtida no porto de Banyuwangi, em Java.

Calcula-se que os tubarões existam há cerca de 450 milhões de anos, sem grandes alterações em sua morfologia, o que sugere um bom nível de adaptação e evolução. Ocuparam diversos nichos ecológicos, desde os mares tropicais aos oceanos Ártico e Antártico.

O Homo sapiens arcaico evoluiu entre 400.000 e 250.000 anos atrás.Continue a ler Uma questão de zeros

Evolução é um facto!!!


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Fixismo


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Evolução


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A célula



Se pudesse visitar uma célula, não ia gostar. Ampliada para uma escala em que os átomos seriam do tamanho de ervilhas, uma célula corresponderia a uma esfera com uns 800 metros de diâmetro, suportada por uma complexa estrutura de traves chamada citosqueleto. Por dentro, milhões e milhões de objectos - uns do tamanho de uma bola de basquete, outros do tamanho de um carro - agitar-se-iam a uma velocidade semelhante à das balas. Não haveria um único lugar onde pudéssemos ficar sossegados, sem sermos atingidos a cada segundo e de todas as direcções. Mesmo para os seus residentes permanentes, interior de uma célula é muito perigoso. Em média, cada cadeia de ADN é atacada ou danificada uma vez a cada 8,4 segundos - dez mil vezes por dia -por substâncias químicas ou outros agentes que ou colidem com ela ou a atravessam sem qualquer cuidado, e cada uma destas lesões tem de ser rapidamente suturada para que a célula não sucumba.

As proteínas são particularmente animadas, girando, pulsando e esbarrando umas nas outras até um bilião de vezes por segundo. As enzimas, um outro tipo de proteína, acorrem a toda a parte, chegando a desempenhar até mil funções por segundo. Tal como formigas muitíssimo aceleradas, elas constróem e reconstróem as moléculas, retirando um bocado aqui, acrescentando outro ali Algumas vigiam as proteínas que passam, marcando com um químico as que estão irreparavelmente danificadas ou defeituosas. Depois de seleccionadas estas proteínas condenadas são conduzidas para uma estrutura chamada proteossoma, onde são desmontadas e os seus componentes utilizados para formarem novas proteínas. Alguns tipos de proteína duram menos de meia hora outros duram semanas, mas todos levam vidas inimaginavelmente frenéticas.
Como disse De Duve: "O mundo molecular tem necessariamente de se manter para além da nossa capacidade de imaginação, devido à velocidade incrível a que tudo acontece."
Mas se abrandarmos para uma velocidade a que seja possível observar a interacções, esse mundo torna-se menos enervante. Pode observar-se que um: célula é simplesmente um grupo de milhões de objectos - lisossomas, endossomas, ribossomas, ligandos, peroxissomas, proteínas de todos os tamanhos e feitios — que choca com milhões de outros objectos, enquanto desempenham funções mundanas: extraem energia dos nutrientes, montam estruturas, libertam-se dos resíduos, lutam contra intrusos, enviam e recebem mensagens, fazem reparações.
Fonte : Breve História de quase tudo - Bill Bryson (Quetzal Editores)Continue a ler A célula
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