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Património Genético Português e os Mouros

O Património Genético Português da bióloga do IPATIMUP, Luísa Pereira é um livro interessante, de leitura fácil e explicações simples para quem não domina as “ciência da manipulação genética”.
É hábito a utilização do termo “mouro” para quem como eu tem as raízes no sul do país. No meu caso acho piada, porque na verdade as nossas raízes estão bem em África.
Gosto de ter a minha "Eva" e "Adão" com muita melanina na pele.
Mas neste livro fiquei preso na parte relacionada com a influência “mourisca” no património genético português. É que fiquei surpreso em saber que quem me chama “mouro” poderá ser mais “mouro” que o meu ADN.


Vejamos....
“Existem linhagens mitocondriais presentes na população portuguesa e ausentes no resto da Europa designadas por U6. Este haplogrupo foi nomeado Berbere, uma vez que a sua distribuição se restringe ao Norte de África, onde a sua frequência ronda os 10-20%, sendo esporádica no Médio e no Próximo Oriente e na Ibéria.
Pensa-se que este haplogrupo é uma reminiscência do povo ancestral berbere, que habitava o Norte de África antes da conquista árabe, no século VII.
Na actualidade ainda existem algumas populações berberes nos países norte-africanos, sempre em comunidades reduzidas e mais ou menos isoladas, dedicando-se a actividades tradicionais como a agricultura, a pastorícia e o artesanato. Alguns destes grupos mantêm uma linguagem berbere, enquanto outros já adoptaram o árabe.

Geneticamente, e mesmo em termos culturais (arqueologicamente), o Norte de África é muito mais aparentado com a Eurásia do que com a África subsariana. Tudo indica que a colonização do Norte de África foi efectuada por migrações «Back to África» do Homem Moderno, a partir do Próximo Oriente, através do Levante, numa época comum à migração para a Europa, há cerca de 40 000 anos.
Torna-se assim muito mais difícil destrinçar geneticamente as influências norte-africanas na constituição genética portuguesa, pela partilha da maior parte do património genético fundador.
A observação do haplogrupo U6 quer no Médio e no Próximo Oriente, quer na Ibéria, indica a troca de linhagens com o Norte de África.
Em Portugal, o U6 atinge as seguintes frequências: 5% no Norte, 3% no Centro e 2% no Sul.
Quando se compara a diversidade das linhagens U6 observadas em Portugal, elas são bastante divergentes entre si, parecendo indicar uma entrada recente.
O gradiente de frequências é oposto ao que seria de esperar, dada a mais forte e longa influência

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Breve história da vida

E se as extinções em massa não tivessem origem na queda de asteróides? A ideia vende mais do que uns fenómenos vulcânicos extremos, os chamados "trapps" ou mantos basálticos, cujo famoso "Deccan Trapps" é um de vários acontecimentos na História da Terra.
No livro ainda não traduzido para português - When life near died -, o geólogo Michael Benton explica de que forma os "mantos basálticos da Sibéria" podem estar associados aos fenómenos de "extinção em massa".
Apareceu agora nas nossas livrarias um pequeno livro, 200 páginas e com um custo baixo, indispensável para quem lecciona a disciplina de Biologia e Geologia, alunos e interessados nestas questões das geociências/biociências.

Poucas histórias haverá mais notáveis do que aquela que nos conta a evolução da vida na Terra. Esta breve introdução apresenta-nos um guia sucinto para os episódios chave dessa história - das controvérsias em torno do próprio nascimento da vida até à extraordinária diversidade das espécies que hoje povoam o mundo. Ao introduzir ideias de uma vasta gama de disciplinas científicas, Michael Benton explica-nos como podemos montar as peças deste enorme puzzle evolucionário, a fim de criarmos uma imagem actualizada da história da vida na Terra.

"É complicado atribuir um sentido à história da vida na Terra. Quando pensamos na Pré-História, uma incontável série de estranhos e espantosos animais e plantas desfila-nos vertiginosamente perante os olhos: o homem de Neandertal, os mamutes, os dinossauros, as amonites, as trilobites... e, obviamente, um tempo em que a vida nem sequer existia, ou pelo menos fazia-o apenas sob a forma de seres microscópicos de uma simplicidade extrema que flutuavam na sopa primordial.
Estas impressões foram colhidas de várias fontes. Hoje, as crianças crescem na convivência com livros sobre dinossauros, e as imagens destes enquanto criaturas vivas e actuantes estão por todo o lado, em filmes e documentários televisivos. E, tal como as crianças, são muitos aqueles que se deslocaram até falésias ou escavações a fim de coleccionar os seus próprios fósseis de amonites ou trilobites. Estes fósseis comuns, à semelhança de muitos outros exemplos espectaculares e belos, como as petrificações de peixes invulgares que mostram todas as suas escamas, continuam a brilhar após milhões de anos, e podem ser encontrados em lojas de fósseis, em fotografias de encher o olho publicadas em livros de mesa, ou até na Internet.
A maioria das pessoas tem consciência de que,

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Ictiossauro ou Peixe-lagarto


Vários grupos de vertebrados terrestres procuraram ocupar nichos ecológicos marinhos e adaptaram-se ao meio aquático, adquirindo algumas modificações corporais e fisiológicas recorrentes (análogas) no decurso da evolução.
São exemplos desta adaptação ao meio marinho, os cetáceos, os pinípedes (como as focas), os ictiossauros, os plesiossauros, alguns crocodilos e algumas aves.
Curiosamente, muitos deles partilham tendências evolutivas semelhantes: corpo hidrodinâmico, regressão posterior da abertura nasal, afilamento dos ossos cranianos, redução dos membros e alongamento da cauda.



Os ictiossauros são répteis mesozóicos que evoluíram para um corpo fusiforme, vagamente semelhante a um golfinho (embora não partilhem um parentesco próximo com estes mamíferos; é um exemplo clássico de evolução convergente).
O registo fóssil de ictiossauros, durante quase todo o Mesozóico, mostra os seus estádios intermédios com progressivamente mais falanges, com progressiva redução das dimensões do úmero e “falangização” – à falta de melhor termo – do rádio e do cúbito.

"Falangização" nos Ictiossauros
Os ictiossauros não são aparentados com os Dinossauros, muito embora tenham surgido mais ou menos na mesma altura e se tenham extinguido antes da grande devastação que pôs termo ao domínio dos dinossauros há cerca de 65Ma.
Fonte : Fósseis de transição, elos perdidos, fósseis vivos e espécies estáveis. Octávio Mateus. Esfera do Caos
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As preguiças gigantes de Darwin

Na introdução de “A Origem das Espécies”, Darwin afirma que três descobertas realizadas durante a viagem no Beagle constituíram o ponto de partida de todas as ideias: os fósseis que desenterrara na Patagónia, os padrões de distribuição geográfica da Rhea sul-americana (ema) e a vida animal do Arquipélago dos Galápagos.
Num dos livros que acompanhou Darwin na viagem no Beagle - Princípios da Geologia, Lyell referia que a superfície da Terra era constantemente sujeita a inúmeras alterações, minúsculas e cumulativas, resultante de forças naturais que operavam uniformemente ao longo de períodos imensamente extensos. Darwin enquanto estudante absorvera os ensinamentos de Lyell e ali na Patagónia pôde a partir dos fósseis compreender o significado das palavras de Charles Lyell.

Os fósseis foram uma descoberta extraordinária para Darwin.
Encontrados perto de Bahia Branca (a sul de Buenos Aires), estes vestígios de gigantescos mamíferos extintos foram posteriormente identificados pelos especialistas do Museu de Londres como pertencendo a espécies até então desconhecidas de megatério, toxodonte e gliptodonte.
Darwin notou que os animais extintos tinham aproximadamente a mesma estrutura anatómica que os actuais habitantes das pampas. Parecia existir uma continuidade de “género” ao longo de grandes períodos.
A proeminência que viria a alcançar como naturalista deveu-se, em última análise, aos longos dias passados a aprender, a observar e a reflectir sobre a prodigalidade da natureza.

Fonte : A Origem das Espécies - Janet Browne. Gradiva
Foto de um Megatério - Museu de História Natural. Londres
Megatherium (ou em português, Megatério), cujo nome significa "Besta gigante", era uma preguiça gigantesca que viveu do Pliocénico até o Pleistocénico, há aproximadamente 20 mil anos, nas Américas do Sul e do Norte. Era do tamanho de um elefante de porte médio e comia folhas como tal, em enormes quantidades. Passava o dia todo comendo folhas de árvores e arbustos, utilizando sua língua comprida para obtê-las e manejando os galhos com suas garras que eram grandes e fortes.
Apesar de enormes os Megatérios eram criaturas pacíficas e muitos predadores pleistocénicos deviam atacá-los pela enorme quantidade de carne que elas podiam fornecer e por não serem velozes evitando desperdício de energia na perseguição. No entanto, podiam se defender muito bem no combate corpo a corpo, pois eram muito fortes e uma patada de um Megatherium deveria fazer um bom estrago no adversário. Entre esses predadores estavam os tigres-dentes-de-sabre, os ursos das cavernas, grandes felinos pleistocénicos, lobos, enormes marsupiais

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Nós somos elos perdidos!



Os criacionistas estão profundamente apaixonados pelo registo fóssil, porque foram ensinados (uns pelos outros) a repetir, vezes sem conta, o mantra de que está cheio de «lacunas»: «Mostrem-nos os 'intermediários'!» Imaginam com gosto (com muito gosto) que estas «lacunas» são embaraçosas para os evolucionistas. Na realidade, temos sorte por haver fósseis, e ainda mais sorte por dispormos de um número tão elevado deles para documentar a história evolutiva - sendo que muitos constituem, seja qual for o critério, belos «intermediários».
Não precisamos de fósseis para demonstrar que a evolução é um facto. As provas da evolução seriam inteiramente seguras, mesmo que nem um só cadáver houvesse fossilizado. A existência de jazigos fósseis tão ricos para explorar, bem como a descoberta diária de outros mais, é um bónus. Para muitos dos principais grupos animais a prova fóssil da evolução é tremendamente forte. Todavia, há, como sabemos, lacunas e os criacionistas amam-nas com paixão.

Richard Dawkins - O Espectáculo da Vida. Casa das Letras

O registo fóssil é incompleto, os fósseis são raros e possivelmente não representam mais do que 1% de todas as formas de seres vivos que já viveram, sobretudo se considerarmos as espécies sem esqueleto ou partes duras.
Cada espécie e cada ser vivo é resultado de um elo de uma cadeia ininterrupta de sobrevivência e transferência de genes.

Cada vez que a Ciência mostra um novo fóssil de transição, um elo desta cadeia, os criacionistas refutam-no e exigem ainda outro elo, numa demanda insatisfeita e sem fim.
Ironicamente, também os paleontólogos se demonstram insatisfeitos, procuram mais resolução na evolução e continuam a trabalhar.
Em termos práticos, podemos considerar impossível ter exemplares de todas as espécies que viveram em determinado momento, e esta observação é tanto mais real quanto maior for o tempo que nos separa do período em análise. Mesmo na actualidade, não fazemos ideia de quantas espécies existem, e muito menos estamos perto de dar uma classificação formal a todas.
Se esta dificuldade é real para as espécies actuais, para as espécies extintas torna-se uma fronteira intransponível. A isto acresce a dificuldade de fossilização de algumas espécies, sobretudo as de corpo mole, não esquelético, e em alguns ecossistemas, como a maioria dos habitais de montanha, deserto ou floresta tropical. Todas estas vicissitudes fazem com que tenhamos apenas uma nesga de

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Darwin 150, 200


Darwin foi um dos mais importantes e influentes cientistas de todos os tempos. A ele se deve a formulação de uma teoria de evolução que permite explicar a diversidade da vida na Terra nos últimos 3 mil milhões de anos. O que conhecemos hoje sobre a biologia dos seres vivos só é compreensível com base no princípio da evolução. Além disso, uma das consequências principais das teorias de Darwin é a recolocação do Homem no seio da Natureza, ao estabelecer que a nossa espécie também evoluiu, como as outras, de antepassados que viveram muito tempo antes.
Uma brilhante exposição no Museu da Ciência em Coimbra decorre desde 23 de Abril e termina dia 31 de Julho.
Mais informações :

http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=exp_temporariaContinue a ler Darwin 150, 200

A longa viagem


Quando Charles Darwin escreveu A origem 'as espécies, abordou a evolução de organismos que variam de orquídeas a baleias, mas, notadamente, deixou de fora de sua obra-prima um debate consistente sobre a origem dos humanos, limitando-se a comentar: "Luz será lançada em relação à origem do homem e sua história". Estudiosos atribuem o referido silêncio de Darwin sobre o assunto à sua relutância em alfinetar ainda mais a instituição vitoriana, e sua mulher devota, para quem a origem de todas as coisas - principalmen¬te os humanos - era obra divina.

Thomas Henry Huxley, o biólogo conhecido como o "bulldog de Darwin" não guardava nenhuma restrição. Em 1863 escreveu a obra Evidence as to man´s place in nature, onde aplicou abertamente a teoria da evolução de Darwin aos humanos, defendendo que certamente descendíamos dos macacos. Doze anos mais tarde, o próprio Darwin, possivelmente encorajado pela iniciativa de Huxley, escreveu A descendência do homem, onde declarava o chimpanzé e o gorila nossos parentes vivos mais próximos, com base nas semelhanças anatómicas; e ainda previa que nosso ancestral mais remoto poderia ser encontrado na África, habitat actual dos primatas vivos.
Ao mesmo tempo, tinha-se notícia de apenas um punhado de fósseis humanos, todos eles de Neandertais de sítios na Europa Ocidental.
Desde então, diversas evidências com fósseis e análises genéticas validaram as alegações de Darwin. Hoje sabemos que nosso parente mais próximo é o chimpanzé e que os humanos surgiram na África entre cinco e sete milhões de anos atrás, depois que nos diversificamos da linhagem do chimpanzé.
Descobriu-se também que durante boa parte da pré-história nossos antecessores dividiram o planeta com uma ou mais outras espécies de hominídeos. Mas, longe de ser uma sucessão linear de criaturas pouco a pouco mais erectas, a árvore genealógica humana exibe diversos galhos secos.
Falta muito ainda para completar a história de nossa origem.
Os Paleontólogos estão ansiosos para encontrar fósseis do último ancestral comum entre chimpanzés e humanos, por exemplo. Os investigadores querem saber como exactamente o Homo sapiens conseguiu superar os Neandertais e outros humanos arcaicos. Pairam ainda muitos mistérios sobre nosso passado colectivo. E as considerações de Darwin sem dúvida continuarão a iluminar o caminho até resolvê-los .
Adaptado da Revista Scientific American - A Evolução da Evolução
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O Homem não descende do macaco !


Contrariamente ao cenário admitido desde Darwin, o Homem não descende do macaco, ele próprio é um macaco, tendo partilhado um "ancestral comum" com o chimpanzé. É esta a história verdadeira apresentada em duas revistas : National Geographic e Sience & Vie.





A vida é frágil em África, mas alguns restos mortais têm uma história para contar.
A bacia de Afar localiza-se mesmo em cima de uma falha, em alargamento, da crosta terrestre. Ao longo das eras, os vulcões, os terramotos e a lenta acumulação de sedimentos convergiram entre si para enterrar as ossadas e, muito mais tarde, as devolverem à superfície sob a forma de fósseis.

De acordo com o paleoantropólogo Tim White, da Universidade da Califórnia, "há milhões de anos que morrem pessoas neste lugar. De vez em quando, temos a sorte de descobrir aquilo que delas resta".
No passado mês de Outubro, o projecto de investigação Middle Awash, co-dirigido por Tim White juntamente com os colegas Berhane Asfaw e Giday Wolde Gabriel, anunciou um achado produzido 15 anos antes: a descoberta do esqueleto de um membro da família humana morto há 4,4 milhões de anos num local denominado Aramis, cerca de trinta quilómetros a norte do lago Yardi. Pertencente à espécie Ardipithecus ramidus, esta adulta (baptizada "Ardi") tem mais de um milhão de anos do que a famosa Lucy e fornece informação sobre um dos problemas-chave da evolução: a natureza do antepassado que partilhamos com os chimpanzés.


Por mais sensacional que seja, o Ardipithecus ramidus representa um mero momento no nosso percurso evolutivo, desde a época em que éramos obscuros símios até nos tornarmos na espécie que detém nas suas mãos o destino do planeta. À superfície da Terra, não existe lugar melhor do que o curso médio do Awash para observar o modo como esta transformação teve lugar. Além de Aramis, os estratos ali existentes representam outros 14 períodos cronológicos diferentes e proporcionaram a descoberta de hominídeos (membros da nossa exclusiva linhagem, igualmente denominados hominíneos), desde formas ainda mais antigas e primitivas do, que o Ardipithecus ramidus até representações iniciais do Homo sapiens.
Para Tim White muitas destas "janelas temporais" situam-se em tão estreita proximidade que se poderia literalmente passar de uma para outra no curso de um par de dias.


Adaptado de um artigo publicado na revista National Geographic - Julho 2010
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Capacidade de digerir lactose



Fortes "assinaturas moleculares de selecção" foram encontradas em torno de um gene que controla a capacidade de digerir lactose - o açúcar predominante no leite.

Os seres humanos são mamíferos, amamentam sua descendência e produzem uma enzima intestinal que quebra a lactose em dois açúcares mais simples, a glicose e a galactose. Além disso, os humanos são os únicos mamíferos que continuam a usar leite de outros animais como fonte significativa de nutrição muito depois da infância. A inovação cultural aconteceu de forma independente em grupos na Europa, África e Oriente Médio, com o uso do leite de vaca, cabra e camela (camelo fêmea).

A digestão do leite na idade adulta depende de uma forma mutante do gene da lactose intestinal, que na maioria dos mamíferos e de grupos de seres humanos só é activada durante o período inicial de amamentação.
Mas em seres humanos de populações com uma longa história de pecuária leiteira uma forma mutante do gene da lactase continua activa na idade adulta. Essa inovação genética foi associada a mudanças em um único par de bases nas regiões reguladoras no DNA que controlam o gene, mas diferentes populações com tolerância à lactose apresentam mutações diferentes na região principal - exemplo surpreendente da evolução repetida de um carácter similar por meio de mudanças independentes que afectam o gene.

Fonte : Scientific American - Edição Especial - A Evolução da Evolução. Fevereiro 2009

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Axolotl – A Salamandra mexicana

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