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Mais sementeiras

O meu espaço no quintal está a ficar congestionado. De tal forma que estou a pensar em duplicá-lo para um quadrado de cerca de nove metros de lado. Mas, ou eu demoro muito tempo a fazer qualquer coisa, ou o trabalho ameaça tornar-se demasiado. Semeei o seguinte:
Alface “Crespa Amarela” e “Bionda foglia”
Feijão “Zuni shalako” intercalado com milho “Hopi speckled”
Feijão francês anão
Alface-da-terra (Corn salad — Valerianella locusta?)
Pimentos “Jalapeño” e “Sweet Nardello”
Tomate “Brandywine”
Abóbora de Halloween e outra variedade do ano passado
Abóbora “Gigante do Atlântico”
Bolina
Chila
Courgettes do ano passado
Courgettes “Albarello di Sarzana” e “Rondo di Nizza”

Do que semeei antes, os resultados são em parte desapontadores. Os tomates “Alicante” só deram um pé. Beringelas, quatro pés dos quais sobram dois raquíticos. Os tomatillos nada. Alfazema, cebolinho e camomila, nada. Aipo sim e já transplantei parte para uma linha.

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Semear ervilhas, Pisum sativum (Fabaceae)

O solo deve ser fértil e reter bem a humidade, embora bem drenado. O melhor é um local solarengo mas abrigado do vento. É necessário preparar o solo no Outono, com uma boa quantidade de matéria orgânica bem compostada. As ervilhas são bastante exigentes, pois sofrem com frio, humidade excessiva e seca.
Semear no início da Primavera, ou um pouco antes, mal o solo atinja 10ºC. Algumas variedades podem ser semeadas no Outono e na Primavera, dando igualmente duas colheitas no Verão e no Inverno.
Semeia-se em linhas no local definitivo, a 5cm de profundidade e 5cm entre si e uns 30cm entre linhas. A germinação demora entre 7 a 14 dias. Abaixo dos 7ºC não germinam. Atingem de 40 a 200cm de altura, dependendo da variedade e necessitam de estacas.

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Os verdadeiros custos da poluição atmosférica +

Roving Mars, um filme que retrata as aventuras das sondas em Marte
E a exploração do planeta vermelho.

Água que sobe até à fonte?
Quase. Na Universidade do Oregon.

Evolução de uma horta
A versão inglesa da “Horta à Porta“. No Pellon Allotment Plot.

Tempestades de Primavera na Boulder Belt farm, Ohio
Cá por vezes o tempo é ingrato para a horticultura e jardinagem, mas a verdade é que estamos no paraíso. Pena que os portugueses sejam o seu próprio inferno.

Na Quinta das Abelhas, aprende-se as belezas do “desenrascanso”

Dia Internacional Contra os Trangénicos
No Ambientalistas da Amadora.

A primeira Vanity Fair “verde”
Julia Roberts, George Clooney, Al Gore e Robert F. Kennedy Jr. na capa. Mas este tipo de iniciativas tem também a sua face negativa (Treehugger).

Os verdadeiros custos da poluição atmosférica
No San Francisco Chronicle.

Trailer do filme The Future of Food
A Monsanto e os seus trangénicos sempre na ribalta.

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Cursos de água dos EUA contaminados com pesticidas +

CO2 na atmosfera, acumula-se mais rapidamente que nunca
NewScientist.

Borboletas a desaparecer na Europa, junto com os seus habitats
NewScientist.

Visita virtual a Marte
Popular Science.

Quintas no mar
Popular Science.

Investigação de mais de uma década descobriu que praticamente todos os cursos de água dos EUA estão contaminados com pesticidas
Em alguns, os peixes ainda carregam o legado do DDT, 20 anos após a sua proibição. No Scientific American.

Na Amazonia, será crucial a conservação em terras particulares
Pelo menos é o que sugere um novo estudo. No Science Now.

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Re-utilização de garrafas de água


Pode-se re-utilizar a parte superior de garrafas de água para proteger os delicados rebentos do frio e do vento — apesar que se for demasiado, as garrafas voam. Também ajudam a manter alguma humidade e nesse aspecto, pode-se escolher entre manter a tampa ou retirar como neste exemplo (embora estejam guardadas). Protegem igualmente as plantas excessivamente pequenas, de vorazes caracóis e lesmas. Aqui tenho pequenas alfaces no meio das ervilhas “meteor”.
A parte inferior, serve para sementeira, depois de efectuados alguns pequenos furos de drenagem. Os garrafões de plástico, fazem o mesmo efeito em plantas já mais desenvolvidas.
Mas o melhor é mesmo não consumir água nestas garrafas e garrafões, que ecologicamente são uma praga sem igual. Por esse motivo e porque trazemos água do Sargaçal, neste momento tenho falta de garrafas para este fim.

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