Ou deverei chamá-los “designers de jardins”? Na Gardens Illustrated de Maio, faz-se uma antevisão do que vai ser o concurso de jardins deste ano do Chelsea Flower Show. A qualidade do trabalho apresentado, que pode ser comprovada nos sites dos jardineiros, é extraordinária e demonstra a enorme distância que ainda temos que percorrer neste país, ainda na idade das obscuras rolagens selvagens. Há no entanto uma vantagem em ir atrás. Temos o caminho perfeitamente iluminado e delineado. É só querer trilhá-lo.
Cleve WestJinny BlomTom Stuart SmithAndy SturgeonStephen WoodhamsChris BeardshawMarcus BarnettPhilip Nixon
e ainda a neozelandesa Xanthe White, mas sem página na internet.
Semeei as “meteoro” no início de Dezembro. No pacotinho (da Garden Organic) dizia entre Outubro e Novembro e colheita entre Junho e Julho.
Pois bem, hoje, na falta de tempo para algo mais elaborado, a Susana vai fazer um arroz de ervilhas. Já estamos a colher. São importantes estes conhecimentos e experiências. Os ingleses, nem nos dias e livros mais optimistas, sonham em colher ervilhas ao fim de quatro meses.
Insisto: Vivemos no paraíso, somos o nosso próprio inferno.
Semeei cinco feijões “Cherokee wax” num vaso bem grande. Espero que germinem para poder recolher mais feijões para semear, pois eram os únicos exemplares.
O solo deve ser fértil e reter bem a humidade. O melhor é um local solarengo mas abrigado do vento. É necessário preparar o solo previamente com uma boa quantidade de matéria orgânica bem compostada.
No nosso clima o mais fácil é semear em linhas no local definitivo, a uns 5cm de profundidade e a uma distância de 6 a 25cm, dependendo da variedade. A distância entre linhas deve ser de 30 a 50cm, também dependendo da variedade. Deve-se semear na Primavera, quanto a temperatura nocturna já não desce abaixo dos 7ºC. A germinação demora de duas a três semanas. Os rasteiros atingem até 45cm e os trepadores até 300cm de altura, necessitando de estacas. A colheita é a partir do início do Outono.
O meu espaço no quintal está a ficar congestionado. De tal forma que estou a pensar em duplicá-lo para um quadrado de cerca de nove metros de lado. Mas, ou eu demoro muito tempo a fazer qualquer coisa, ou o trabalho ameaça tornar-se demasiado. Semeei o seguinte:
Alface “Crespa Amarela” e “Bionda foglia”
Feijão “Zuni shalako” intercalado com milho “Hopi speckled”
Feijão francês anão
Alface-da-terra (Corn salad — Valerianella locusta?)
Pimentos “Jalapeño” e “Sweet Nardello”
Tomate “Brandywine”
Abóbora de Halloween e outra variedade do ano passado
Abóbora “Gigante do Atlântico”
Bolina
Chila
Courgettes do ano passado
Courgettes “Albarello di Sarzana” e “Rondo di Nizza”
Do que semeei antes, os resultados são em parte desapontadores. Os tomates “Alicante” só deram um pé. Beringelas, quatro pés dos quais sobram dois raquíticos. Os tomatillos nada. Alfazema, cebolinho e camomila, nada. Aipo sim e já transplantei parte para uma linha.
O solo deve ser fértil e reter bem a humidade, embora bem drenado. O melhor é um local solarengo mas abrigado do vento. É necessário preparar o solo no Outono, com uma boa quantidade de matéria orgânica bem compostada. As ervilhas são bastante exigentes, pois sofrem com frio, humidade excessiva e seca.
Semear no início da Primavera, ou um pouco antes, mal o solo atinja 10ºC. Algumas variedades podem ser semeadas no Outono e na Primavera, dando igualmente duas colheitas no Verão e no Inverno.
Semeia-se em linhas no local definitivo, a 5cm de profundidade e 5cm entre si e uns 30cm entre linhas. A germinação demora entre 7 a 14 dias. Abaixo dos 7ºC não germinam. Atingem de 40 a 200cm de altura, dependendo da variedade e necessitam de estacas.
As roseiras da minha mãe estão cheias de pulgões. A da fotografia, até tem poucos. Vou experimentar a receita da calda de urtigas.
…
Já está. Cheira surpreendentemente mal.
Pode-se re-utilizar a parte superior de garrafas de água para proteger os delicados rebentos do frio e do vento — apesar que se for demasiado, as garrafas voam. Também ajudam a manter alguma humidade e nesse aspecto, pode-se escolher entre manter a tampa ou retirar como neste exemplo (embora estejam guardadas). Protegem igualmente as plantas excessivamente pequenas, de vorazes caracóis e lesmas. Aqui tenho pequenas alfaces no meio das ervilhas “meteor”.
A parte inferior, serve para sementeira, depois de efectuados alguns pequenos furos de drenagem. Os garrafões de plástico, fazem o mesmo efeito em plantas já mais desenvolvidas.
Mas o melhor é mesmo não consumir água nestas garrafas e garrafões, que ecologicamente são uma praga sem igual. Por esse motivo e porque trazemos água do Sargaçal, neste momento tenho falta de garrafas para este fim.
Hoje a glicínia fervilhava de actividade. Literalmente centenas de insectos laboravam activamente à sua volta. Desde a pequena abelha…
…passando pelo abelhão…
…até à espécie de enorme besouro.
Mais vários tipos de abelhas e toda a espécie de criaturas aladas. Não há dúvida que esta glicínia está a ser um sucesso. Uma das plantas que mais satisfação me está a dar desde 2003.
Ao tentar fotografar os insectos, não pude deixar de admirar a paciência, qualidade e profissionalismo dos fotógrafos da natureza. Efectivamente, não é para qualquer um. Ficam três tentativas, mais ou menos bem sucedidas.
Regar árvores e arbustos plantados recentemente, se o tempo estiver seco.
Plantar árvores e arbustos perenes.
Dividir perenes (para propagação).
Estacar perenes altas que necessitem de suporte.
Amarrar novos rebentos de trepadeiras.
Continuar a arrancar ervas daninhas.
Proteger rebentos novos de lesmas e caracóis.
Semear novos relvados.
Adubar relvados estabelecidos.
Continuar a semear e plantar vegetais.
Preparar o local para semear feijões
Acho que já não me lembrava de fim-de-semana tão ocupado. Quer dizer, nas horas em que estive acordado. No Sábado a Luisa tinha a sua primeira festa de anos. Fomos levá-la a Milheirós, na Maia. Uma hora ida e volta. Larguei o carro, peguei no jipe e zás — direcção Rebordosa, Paredes, à quinta do Francisco buscar árvores. Mais uma hora de estrada, ida e volta.
Foi chegar, carregar as árvores (mais de 50) e arrancar para casa. Ele tínha-me dito que tinha envasado algumas, mas apenas nove tinham vaso. O resto estava para lá ainda nos alvéolos de viveiro, outras arrancaram-se e portanto vinham de raíz nua e em geral tudo muito pouco desenvolvido. E pronto, jipe cheio de árvores a precisar de atenção. Cheguei a casa, larguei o jipe e zás, Milheirós para ir buscar a Luisa, mas de uma hora atrasado. Mais uma hora de carro. Entretanto, jantar, ir ao Porto, o tempo passou. Só fiquei livre às onze da noite e o jipe continuava cheio de árvores.
Ali não podiam ficar, fui mudar de roupa e tratei de descarregar tudo. Pensei no assunto e concluí que o melhor era envasá-las quanto antes e a ...
Trata-se de um projecto em Tendais e Alhões denominado Voar Alto, coordenado por Gisela Figueiredo. Participaram recentemente num concurso de fotografia em que ganharam dois primeiros prémios. O concurso está publicado no sapo e pode ter entrada através de www.umolhardigital.blogspot.com. Nele podem encontrar-se fotografias alusivas às freguesias de Tendais e Alhões, nomeadamente à paisagem, no tema “A minha terra”. Foi realizado em Dezembro de 2005, por crianças e jovens, dos 11 aos 14 anos, num total de oito participantes.
Por estranho que pareça, fui ao Sargaçal ao fim deste tempo todo, com um belo dia de chuva. Tinha que tratar de papelada e lá fui eu, dando boleia à dona Hermínia e senhor Resende (Zézinho). A agenda estava um bocado preenchida.
No notário foi rápido. Fui levá-los a Vila de Muros antes do almoço, pois chovia bastante. O senhor Zézinho, regressa a casa depois de cinco meses de grave doença. Já queria começar a trepar às árvores para me dar laranjas, é impossível. Lá o convenci a manter-se pelo chão nos próximos tempos.
Dei meia volta em direcção a Cinfães, para almoçar com o Dr. Jorge Ventura. O almoço não foi grande pistola, ando todo empenadinho, leia-se de dieta, mas a conversa prolongou-se quase até às três da tarde. Lá fora continuava a chover. Mais uma vez fico com a sensação que apesar do muito que a Associação para a Defesa do Vale do Bestança vai conseguindo, designadamente e é bom lembrar — impedir a instalação de mini-hídricas do Rio Bestança — , é muito maior a destruição e degradação contínua e continuada do meio, do que ...
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