O presente é a chave do passado
A importância das rochas sedimentares na reconstituição de acontecimentos passados relaciona-se com o seu conteúdo fóssil e com outras características, como sejam a cor, as composições química e mineralógica, a estrutura interna dos estratos, as relações geométricas entre eles, o aspecto dos planos de estratificação (onde podemos incluir as marcas de corrente) e a forma e dimensão dos detritos.
Segundo o Actualismo Geológico, ao longo da História da Terra os fenómenos geológicos têm actuado de forma idêntica, de modo que podemos explicar o passado tendo em conta o presente.
As marcas de corrente, são uma superfície ritmicamente ondulada, com comprimento de onda centrimétrico a decimétrico, em sedimentos arenosos ou siltosos que se forma em dunas, pela acção do vento, e em ambientes sub-aquáticos, pela acção de onda e de correntes.
Foto : Marcas de corrente de origem marinha na Praia da Aguda – V.N. de Gaia. PT. Foto gentilmente cedida por João Nogal
As marcas de corrente além de definir a sequência estratigráfica, servem para nalgumas situações, determinar o rumo preferencial da corrente eólica ou aquática, pois o lado mais íngreme é o lado contrário ao do fluxo.
Foto de marcas de corrente fossilizadas. Museu de História Natural – Londres. Reino Unido.
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A descoberta da radioactividade causou uma enorme excitação em todo o mundo da Física e, apenas quatro anos mais tarde, Ernest Rutherford (1871-1937) e Frederick Soddy (1877-1956) provaram que a desintegração radioactiva é exponencial -ou seja, a quantidade de matéria radioactiva reduz-se a metade em certos prazos temporais. Por outras palavras, 1000 átomos de urânio reduzem-se a 500 num certo período, e esses 500 caem para 250 num período igual, passando depois a 125 e daí por diante. Três anos volvidos, e na presença de um lorde Kelvin envelhecido e algo excêntrico, Ernest Rutherford sugeriu que a desintegração radioactiva poderia fornecer um relógio geológico.

Incapacitado pela dor, permanecia na sua tenda, incapaz de agir ou de tornar decisões racionais; mas, em vez de convocar o parlamento e de encarregar os seus membros de assumirem o controlo da situação, preferiu delegar todos os poderes e responsabilidades no seu ambicioso primeiro-ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, o futuro marquês de Pombal, cuja casa, na Rua Formosa, tinha sido um dos poucos edifícios da baixa da cidade a escapar incólume à calamidade daquele dia — um facto que o rei, ao que parece, interpretou como outro sinal de Deus. Conta-se que o marquês de Pombal foi o primeiro a chegar ao acampamento do rei e, quando o monarca lhe perguntou: «Que há a fazer para enfrentar este castigo da justiça divina?», respondeu com uma frase que iria ficar célebre: «
Se pudéssemos festejar o aniversário da Terra, à semelhança do que fazemos com os nossos amigos, teríamos de pôr na mesa um grande bolo com cerca de quatro mil quinhentos e setenta milhões de velas, modo divertido de dizer que ela se formou há cerca de 4,57Ga (giga anos), isto é, 30Ma (milhões de anos) mais tarde do que os mais antigos meteoritos.
existentes dos mantos basálticos da Sibéria. Num artigo de Courtillot e Renne sobre a idade dos mantos basálticos a hipótese é apoiada com estudos do volume, idade e duração de todas as grandes províncias magmáticas basálticas (em inglês LIP), em ambiente continental (em inglês CFB) ou em planaltos oceânicos (OP).