Pobreza e Desenvolvimento (Aula em forma de Debate)


Conceito -Trata se de um tema problemático, pois termos pobreza e desenvolvimento implicam em uma relação de dominação, econômica, política e de visão de mundo, impondo visões de mundo homogeinizantes e desrespeitando especificidades.


Problematizar os termos desenvolvimento e pobreza:

Quem classifica os desenvolvidos e subdesenvolvidos ?
Quem é tomado como referência nessa classificação ?
Que poder está por tráz desse tipo de classificação ?

Perspectivas teoricas relacionadas envolvidas ao debate:

  • Evolucionismo
  • Funcionalismo
  • Sociologia histórica
  • perspectiva Foucaltiana

Obs- percebe-se que o material didatico, reifica uma visão de mundo que sugere um tipo de relação de dominação sutil e naturalizada. Nesse sentido às sugestões de leitura baseam-se na produção recente do COLASCO – Conselho Latino Americano de Ciências Sociais:


A imagem o redicionará para os links dos artigos —>



Video para pensar a relação dos termos “pobreza” e “desenvolvimento” com os termos “Colonialidade” e do “saber” e do “poder”

VIA: MANGUE SOCIOLÓGICOVisite também os blogs  Mangue Sociológico  e Café Sociológico  


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Edital seleção Cáritas Regional Ceará‏


EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL
A Cáritas Brasileira Regional Ceará comunica a abertura do processo de seleção de dez
profissionais para compor a Equipe do Projeto: Formação, Incubação, Assessoria Técnica e
Fortalecimento de empreendimentos econômicos solidários de catadores de materiais
reutilizáveis e recicláveis, do convênio celebrado com o MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
E SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDARIA – CONVÊNIO MTE/SENAES Nº:
767831/2011.

A Cáritas é uma instituição da Igreja Católica que faz parte do Setor Social da Conferência Nacional
dos Bispos do Brasil – CNBB e tem como Missão: Testemunhar e anunciar o evangelho de Jesus
Cristo, defendendo e promovendo a vida e participando da construção solidária de uma sociedade
justa, igualitária e plural, junto com as pessoas em situação de exclusão social.

DAS INSCRIÇÕES
1. Da inscrição
1.1. O/a candidato/a deverá enviar ficha de inscrição (anexo I) e o currículo diretamente para o
endereço: Rua Rufino de Alencar, 80 – Centro, Fortaleza/Ce, no período de 11 de Maio de
2012 a 15 de Maio 2012;
1.2. O/a candidato/a deverá preencher a ficha de inscrição (anexo I);
1.3. A cada candidato/a será permitida uma única inscrição, devendo o/a mesmo/a informar na
ficha de inscrição (anexo I) o cargo ao qual irá concorrer;
1.4. Não será permitida a inscrição após o encerramento do prazo;
1.5. A inscrição do/a candidato/a implicará no conhecimento e na aceitação tácita das normas,
condições e princípios estabelecidos neste edital, em relação às quais não poderá alegar
desconhecimento de qualquer natureza.

2. Das etapas de seleção
I. Recebimento dos currículos De 11 de Maio de 2012 a 16 de Maio de 2012
II. Resultado dos currículos selecionados 17 de Maio de 2012
III. Entrevista com os candidatos selecionados 21 de Maio de 2012 às 9:00h
IV. Resultado Final 21 de Maio de 2012 após às 15:00h
V. Início do trabalho 22 de Maio de 2012

2.1. O processo seletivo constará de 02(duas) fases: A 1ª fase (análise curricular) de caráter
eliminatório e a 2ª fase (entrevista) de caráter classificatório.
Rua Rufino de Alencar, 80, Centro, CEP 60060-620 Fortaleza-Ceará-Brasil
E-mail: [email protected] / Fone: (85) 3231.4783 / Fax: 3253.6998
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS, ATRIBUIÇÕES E PERFIL DOS CARGOS
1. TOTAL DE VAGAS: 10 VAGAS
a) Coordenador/a Técnico/a – Engenheiro Ambiental ou áreas afins – 01 pessoa:
 Domínio sobre as temáticas: Desenvolvimento Solidário Sustentável Territorial, Resíduos
Sólidos e Coleta seletiva, Logística Solidária, Legislação e Gestão Ambiental, Saneamento
Ambiental, Planejamento, Monitoramento, Avaliação e Sistematização.…

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Fundo Clima amplia área de ação

Martim Garcia
Nova estrutura estará implantada em três meses. Concluída a mudança, mais projetos e empreendimentos poderão ser contemplados pelas linhas de crédito.

15/05/2012

Lucas Tolentino
O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima)  financiará atividades em três novas áreas de atuação. Os empreendimentos ligados à gestão e serviços de carbono, ao manejo florestal sustentável e economia florestal e ao desenvolvimento de cidades sustentáveis passarão a fazer parte das linhas de ação do programa. A estimativa é que a proposta de ampliação esteja consolidada em três meses.
A decisão foi tomada nesta terça-feira (15/05)  durante a 6ª Reunião Ordinária do Comitê Gestor do Fundo Clima, presidido pelo secretário executivo do Ministériodo Meio Ambiente, Francisco Gaetani. De acordo com o secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Carlos Klink, a medida permitirá com que uma quantidade maior de projetos e empreendimentos possam ser contemplados pelas linhas de crédito do fundo.
DETALHAMENTO
Os grupos técnicos que serão formados por integrantes do Comitê Gestor terão cerca de três meses para detalhar as propostas de novas linhas de ação. Os resultados serão apresentados na próxima reunião da entidade, prevista para ocorrer dentro de 60 dias.
Vinculado ao MMA, o Fundo Clima é um dos principais mecanismos de promoção e financiamento de atividades e projetos com o objetivo de reduzir as mudanças climáticas e de adaptar os efeitos. Os recursos são operacionalizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Sonambulismo não é coisa só de criança

 

 

Uma pesquisa publicada esta semana pelo periódico oficial da Academia Americana de Neurologia aponta que o sonambulismo entre adultos é bem mais comum do que se imaginava.  

 

Os pesquisadores estudaram uma amostra bem representativa da população americana, incluindo mais de 15 mil voluntários de 15 diferentes estados. Uma história de sonambulismo foi relatada por 30% dos entrevistados, e 3.6% deles apresentaram pelo menos um episódio no último ano. O estudo ainda mostrou que a chance de sonambulismo é maior entre aqueles com história familiar dessa mesma condição e naqueles que têm quadros psiquiátricos como ansiedade, depressão e transtorno obsessivo-compulsivo.

 

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Monsanto contribui muito pouco para ajudar o mundo a se alimentar

Fonte: CFS
O Centro para a Segurança Alimentar (Center for Food Safety – CFS) demarcou-se em Março de 2012 contra o apoiante de longa data das culturas biotecnológias, a Fundação Bill e Mellinda Gates, pelo o anúncio do seu investido de quase 2 bilhões de dólares americanos numa campanha para financiar o desenvolvimento de culturas geneticamente modificadas na tentativa de  resolver a fome mundial. A Fundação Gates tem sido amplamente criticada, por grupos de segurança alimentar e de interesse público, por promover os produtos geneticamente modificados nos países em desenvolvimento ao invés de investir em modelos de agricultura locais, orgânicos e sustentáveis.
“A industria biotecnológica tem explorado a imagem do mundo pobre e com fome para fazer avançar uma forma de agricultura dispendiosa, com insumo intensivo e de pouca ou nennhuma relevância para o desenvolvimento dos agricultores dos países”, disse Kimbrell Andrew, o Director Executivo do Centro para a Segurança Alimentar. “É mais que tempo para que a Fundação Gates redirecionar os seus investimentos nas empresas de biotecnologia, como a Monsanto, e o seu financiamento em projectos de culturas geneticamente modificadas sem saída (dead-end), para promover técnicas agroecológicas com experiência comprovada do seu aumento de produção de alimentos nos países em desenvolvimento”.
Desde a sua introdução, em meados dos anos 90, que os desenvolvedores das culturas geneticamente modificadas têm afirmado que as suas culturas vão reduzir a pegada ambiental da agricultura, proporcionando benefícios aos agricultores e atender às necessidades de fome do planeta. No entanto a plataforma de culturas geneticamente modificadas falhou na produção de resultados. As culturas geneticamente modificadas têm permanecido uma ferramenta industrial, que dependem de insumos caros, tais como as sementes patenteadas e de pesticidas e fertilizantes sintéticos, os quais os agricultores nas regiões com maior insegurança alimentar mal podem pagar. Por exemplo, 5 em cada 6 hectares de cultivos transgénicos no mundo são variedades resistentes a herbicidas, desenvolvidos explicitamente para aumentar a dependência de herbicidas caros, e este continua a ser o foco da indústria de Pesquisa e Desenvolvimento (R&D industry – Research & Development industry).
Em contraste, o consenso emergente de especialistas internacionais em desenvolvimento é que as soluções reais para enfrentar a fome no mundo devem ser baratas, de insumo baixo e utilizar, tanto quanto possível, os recursos locais/regionais em todas as áreas onde as culturas geneticamente modificadas falharam no seu objectivo . Por exemplo, a ONU e o Banco Mundial, em 2008, na sua Avaliação Internacional do Conhecimento da Agricultura, Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento (IAASTD – International Assessment of Agriculture Knowledge, science and Technology for Development), que contratou cerca de 400 especialistas de várias disciplinas, concluiu que as culturas biotecnológicas têm muito pouco potencial para aliviar a pobreza  e a fome.…

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Um parafuso químico muito geológico


Texto de divulgação da Química que pedimos à professora Margarida Milheiro:
Alexandre-Emile Béguyer de Chancourtois (1820-1886) foi o primeiro cientista a apresentar uma representação dos elementos químicos, ordenada segundo a sua massa atómica e propriedades físicas e químicas. Chamou-lhe parafuso telúrico, a primeira organização de elementos químicos em 3D. Mas Chancourtois não era químico, mas sim geólogo, tendo a sua formação tido muita importância na representação que criou.
Chancourtois apresentou a sua proposta de organização dos elementos químicos a 13 de Outubro de 1862, no decorrer de uma sessão da Académie des Sciences em Paris. Era constituída por uma tabela organizada sob a forma de um cilindro dividido em 16 partes verticais iguais, baseado na massa atómica do oxigénio (massa atómica ≈ 16). Elementos químicos com uma diferença de “números característicos” de 16 apresentavam, para Chancourtois, propriedades químicas e físicas semelhantes.
Chancourtois ordenou os elementos químicos segundo a sua massa atómica, a que deu o nome de “números característicos” (nombres caracteristiques, no original). Os elementos químicos estão representados sobre uma linha descendente, da esquerda para a direita, com um ângulo de 45º em relação ao eixo vertical, como se pode ver na figura seguinte.
A organização dos elementos no parafuso telúrico permite que elementos da mesma “família” ou grupo (elementos com propriedades físicas e químicas semelhantes) apareçam em linha verticais, ordenados em ordem crescente de cima para baixo. Para Chancourtois elementos químicos com uma diferença de “números característicos” de 16 apresentavam propriedades químicas e físicas semelhantes.
Chancourtois agrupou correctamente elementos do grupo dos metais alcalinos (lítio [Li], sódio [Na] e potássio [K]), metais alcalino-terrosos (magnésio [Mg] e cálcio [Ca]) e elementos do grupo dos halogéneos (fluir [F] e cloro [Cl]). 
Quando Chancourtois apresentou o parafuso telúrico em 1862 existia ainda um grande debate relativo à forma correcta de determinar a massa atómica dos elementos. Chancourtois seguiu a hipótese apresentada pelo químico britânico William Prout (1785-1850), de que “a massa atómica de cada elemento químico é um múltiplo inteiro da massa atómica do hidrogénio” [massa atómica do hidrogénio ≈ 1,0]. Assim Chancourtois arredondou os valores das massas atómicas de forma a tornarem-se números inteiros. Um exemplo é o cloro (Cl), cuja massa atómica (≈ 35,5) foi arredondada para 35, de forma a ficar exactamente alinhado verticalmente com o flúor (F), de massa atómica 19 (19 + 16 = 35).
Chancourtois chamou à sua representação “vis tellurique” ou parafuso telúrico.

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